A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) disponibiliza em seu site diferentes materiais sobre amamentação, inclusive um vídeo, que pode ser usado em salas de espera de unidades de saúde.
Com medicamentos e estudos cada vez mais avançados, médicos e cientistas tentam driblar doenças ainda considerados sem cura ou de cura difícil, como câncer e hepatite. A TV Escola preparou uma programação especial sobre o tema para mostrar o que já foi feito e estudos em andamento. Dos dias 7 a 11 de dezembro, vai ao ar a semana temática As doenças e o homem.
Durante cinco dias, o canal vai exibir documentários que falam de diversas doenças e suas formas de transmissão. Além disso, discute os tratamentos em desenvolvimento e a comercialização de remédios. Na segunda-feira, 7, será apresentado Os caçadores de vírus. O documentário explora o trabalho de alguns cientistas que estudam vírus perigosos, como os que causam varíola e ebola.
Por meio de depoimentos de médicos e pacientes, o programa Hepatite C: a epidemia silenciosa, de 25 minutos, vai ao ar na terça-feira, 8. O programa aborda as formas de transmissão, os tratamentos existentes e os sintomas da doença. Ainda no dia 8, um episódio da série Viajantes da História mostra de forma divertida como os hábitos e costumes do passado influenciaram diretamente a vida nos dias de hoje.
Dois programas serão apresentados na quarta-feira, 9. Com 30 minutos de duração, O homem que amava as árvores mostra o trabalho de um cientista que descobriu uma molécula capaz de ajudar no combate ao câncer e outras doenças fatais. Logo após, Da vacina ao antibiótico, episódio da série A saga do Prêmio Nobel, narra as descobertas científicas que mudaram a visão do mundo no século 20 e apresenta alguns dos nomes premiados com o Nobel, como o médico americano Louis Ignarro, vencedor pelo trabalho sobre o óxido nítrico.
Na quinta-feira, 10, será exibido o documentário DNA e Dólares. O documentário discute a questão do desenvolvimento e comercialização de novos remédios, com base em depoimentos de representantes de grandes laboratórios farmacêuticos e dos pacientes que cederam seus genes para testes.
No último dia da semana temática, sexta-feira, 11, serão apresentados dois programas. Medicina moderna, episódio da série As consequências da revolução industrial, mostra os importantes avanços ocorridos na área da saúde a partir da segunda metade do século 18. Em seguida, o documentário As vitaminas traz as descobertas científicas que mudaram o ramo da medicina.
Com apresentação de Marcos França, os programas vão ao ar sempre às 21h com reprise à 1h e contarão com a presença de Eduardo Maranhão, médico sanitarista da Fundação Oswaldo Cruz. O convidado vai falar sobre a invenção do antibiótico, a luta da ciência contra os vírus e a importância das vitaminas para o corpo humano. Além disso, Eduardo discute a biodiversidade da Amazônia para a busca de novos remédios.
A TV Escola pode ser sintonizada via antena parabólica (digital ou analógica) em todo o país e no Portal do MEC. O sinal está disponível também nas tevês por assinatura via Embratel (canal 123), Sky (canal 112) e Telefônica (canal 694).
Como muitos videogames que miram adolescentes, o game "Pamoja Mtaani" vem com trilha sonora de hip-hop e imagens vívidas das ruas. Entretanto, ele difere de outros games de ação, como a série "Grand Theft Auto", em sua meta: a prevenção ao HIV. Desenvolvido em colaboração entre a gigante de mídia Warner Brothers e o Pepfar (Plano de Emergência para Aids da Presidência dos Estados Unidos), o "Pamoja Mtaani" está sendo implantado nos centros de juventude em Naoiróbi, no Quênia, para encorajar adolescentes à prática do sexo seguro e ao conhecimento dos riscos de se contrair o vírus da Aids.
Já há 3.000 adolescentes que jogam o "Pamoja Mtaani" --ou "Juntos na Proteção", em tradução livre-- desde o seu lançamento, em dezembro de 2008. Uma equipe de pesquisadores da Universidade Emory, de Atlanta (EUA), está conduzindo um estudo a fim de determinar o quão efetivo o jogo está sendo para os jovens africanos.
Quando a pesquisa estiver completa, pesquisadores irão determinar se os jovens que jogam o "Pamoja Mtaani" estão mais conscientes sobre o comportamento sexual e mais propensos a praticar sexo seguro do que aqueles que não o jogam.
Os desenvolvedores do jogo, que falaram na conferência Games for Health na semana passada em Boston (EUA), disseram que evitaram fazer um jogo com mensagens excessivas, por medo de perder o interesse dos jovens --daí a inclusão de hip-hop, ação e cenas inusitadas, que não apelam somente para a temática da contaminação por HIV.
"O jogo pode fazer muito. O objetivo era aumentar a percepção de risco, mas também mantê-lo divertido", diz Osewe Grace, que está conduzindo o projeto para a Pepfar.