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domingo, 11 de abril de 2010

Videoconferência sobre H1N1, dia 15/04/2009

SIG Saúde de Crianças e Adolescentes

No próximo dia 15/4, de 11h às 12h, o SIG Saúde de Crianças e Adolescentes realizará sua próxima videoconferência. O tema será: “Infecção e prevenção contra o vírus H1N1”, sendo apresentado por Miriam Tendler, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e Jacy Andrade, da Universidade Federal da Bahia.
A reunião terá como objetivo informar, tirar dúvidas freqüentes e trocar experiências a respeito da infecção causada pelo vírus H1N1. Esta sessão também será transmitida ao vivo pela internet, via videostreaming.
Para assistir, acesse o site Rute (Rede Universitária de Telemedicina) e clique em “mais informações” no anúncio da sessão, localizado no calendário de próximos eventos.
Requisitos para recebimento da transmissão: banda de internet de 512 Kbps e plugin do Windows Media Player instalado no navegador.
O SIG Saúde de Crianças e Adolescentes é coordenado pelos núcleos Rute da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e da Universidade Federal da Bahia.

INFORMAÇÃO DIVULGADA POR: Telessaúde UERJ, em Divulgação de Eventos dos Parceiros RUTE

quarta-feira, 24 de março de 2010

H1N1: Prevenir é melhor do que remediar!

O Ministério da Saúde (MS), nesta campanha tão importante, tem como meta vacinar 91 milhões de pessoas.
Muitos boatos e informações equivocadas podem limitar o direito do cidadão de se prevenir.
Se você quiser informações consistentes e quiser ajudar nesta campanha, seguem alguns links úteis, recomendados pelo MS.

Para colocar o selo da campanha em seu blog:
http://www.vacinacaoinfluenza.com.br/site/conteudo/blog.asp

Para acessar os vídeos da campanha:
http://www.youtube.com/watch?v=BNcPA2zQFqAhttp://www.youtube.com/watch?v=ZaJqi8NMjDohttp://www.youtube.com/watch?v=JBkCJTx0yxchttp://www.youtube.com/watch?v=0kGbhD-uF0ohttp://www.youtube.com/watch?v=q3U69-uayVohttp://www.youtube.com/watch?v=bhyTXHwIDfAhttp://www.youtube.com/watch?v=0eA4y9ozJRghttp://www.youtube.com/watch?v=0eA4y9ozJRg

Para ver o calendário de vacinação:
http://www.vacinacaoinfluenza.com.br/site/conteudo/calendario.asp

Para acessar todos os materiais da campanha:
http://www.vacinacaoinfluenza.com.br/site/conteudo/campanha.asp

sábado, 13 de março de 2010

CREMERJ QUESTIONA ESTRATÉGIA DE VACINAÇÃO DOS MÉDICOS CONTRA A INFLUENZA H1N1 NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO


O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ) enviou um ofício à Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil cobrando a inclusão de todos os médicos na primeira fase da vacinação contra a Influenza H1N1. O presidente do CREMERJ, Luís Fernando Moraes, contatou por telefone o secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, e recebeu a garantia de que os médicos que não foram contemplados nesta primeira etapa serão vacinados a partir do dia 22 de março. Apesar da informação, o CREMERJ mantém a solicitação de inclusão de todos os médicos na primeira fase da vacinação, já que, a partir do dia 22, estará aberta a vacinação para outros três grupos de risco.


Nos últimos dias, a Secretaria Municipal de Saúde teria informado aos jornais que a campanha enfocaria apenas hospitais de emergência públicos, particulares e postos de saúde. O CREMERJ questiona essa informação de que não há protocolo para vacinação dos profissionais que atuam em consultórios e clínicas. Afinal, esta posição da Secretaria Municipal de Saúde é contrária às orientações divulgadas pelo Ministério da Saúde, que afirma que um dos objetivos da realização da vacinação no Brasil é “garantir o funcionamento dos serviços para atendimento ininterrupto dos casos suspeitos ou confirmados da Influenza H1N1, por meio da vacinação dos trabalhadores de saúde”. Ainda de acordo com o material divulgado pelo Ministério da Saúde, são considerados trabalhadores de saúde:


“Aqueles que estão na rede de serviços prestando atendimento diretamente à população, ou seja, são aqueles que, em razão das suas funções, estão sob potencial risco de contrair a infecção pelo H1N1 no contato com possíveis suspeitos da doença.
Nesse sentido estão aí incluídos os trabalhadores da atenção básica (estratégia saúde da família e modelo tradicional), dos serviços de média e alta complexidade (pequeno, médio e grande porte) e aqueles que atuam na vigilância epidemiológica, especialmente na investigação de casos e no laboratório, cuja ausência por ter contraído influenza poderia vir a comprometer o funcionamento do serviço e o atendimento à população”.


Sendo assim, o CREMERJ considera que todo e qualquer médico deve ser incluído nesse grupo, já que, mesmo nos consultórios, clínicas e hospitais privados, eles estarão na linha de frente do atendimento aos pacientes com suspeita de gripe H1N1. Ao não vacinar todos os médicos, a Secretaria expõe esses profissionais a riscos desnecessários. Como o Ministério da Saúde afirma que há um número de doses proporcional à população dos grupos prioritários em cada Estado, o CREMERJ reforça que é preciso rever o critério de distribuição no município do Rio de Janeiro para que seja feita a vacinação de todos os médicos, independentemente do local de trabalho. Caso a Secretaria Municipal de Saúde não vacine todos os médicos, o CREMERJ tomará as medidas cabíveis para garantir esse direito aos profissionais.

sábado, 6 de março de 2010

Vacinação contra gripe começa nesta segunda, dia 8 de março

Somente profissionais de saúde e indígenas serão imunizados nesta etapa, que termina em 19 de março. Demais grupos devem aguardar novas convocatórias.

A primeira etapa da estratégia nacional de vacinação contra a gripe pandêmica começa na segunda segunda-feira (8). Durante duas semanas, até 19 de março, somente os trabalhadores de serviços de saúde que atuam diretamente na resposta à nova gripe e os indígenas que vivem em aldeias serão imunizados. O público-alvo é estimado em 1.915.000 trabalhadores de serviços de saúde e 566.000 mil indígenas. A meta é vacinar, pelo menos, 80% dessas pessoas. Cada estado, em parceria com os municípios, é responsável por determinar como a vacina chegará a essa população, os locais e horários de vacinação.

Entre os trabalhadores, estão médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica. Os indígenas que vivem em aldeias serão vacinados pelos agentes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), como ocorre nas demais campanhas de vacinação do Ministério da Saúde.

“Por sua complexidade, esta campanha será o maior desafio já enfrentado pelo Programa Nacional de Imunização. Portanto, é fundamental a colaboração de todo o país para garantirmos o êxito em proteger, ao máximo, nossa população”, avalia o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que reforça: “Estamos protegendo os grupos mais frágeis e aqueles têm maior risco de adoecer e morrer”.

A vacinação de grupos prioritários segue parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomenda a imunização de trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas. O governo brasileiro – em consenso com sociedades científicas, entidades de classe e representantes de estados e municípios – ampliou a vacinação para outros três grupos: crianças de 6 meses a menos de 2 anos e adultos saudáveis de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos.

ETAPAS DE VACINAÇÃO – A população dos demais grupos prioritários deve ficar atenta para as datas das outras quatro etapas de vacinação (veja cronograma abaixo). A partir de 22 de março, a vacina estará disponível para três grupos: grávidas em qualquer período de gestação, portadores de doenças crônicas (veja lista abaixo) e crianças de 6 meses a menos de 2 anos. As pessoas desses grupos terão até 2 de abril para ir a um dos locais indicados pela autoridade de saúde local.

As gestantes que engravidarem depois desse período terão a vacina garantida nas fases posteriores. As crianças de 6 meses as menos de 2 anos vão receber uma dose de vacina dividida em duas vezes. A segunda meia dose será administrada 30 dias após a primeira.

Adultos de 20 a 29 anos, mesmo sem problemas de saúde, devem procurar os postos de vacinação de 5 a 23 de abril.

A etapa seguinte será dedicada à Campanha Nacional de Vacinação do Idoso, que chega à 12ª edição, entre 24 de abril e 7 de maio. Nesse período, todas as pessoas com mais de 60 anos de idade devem tomar a vacina contra a gripe comum, como acontece todos os anos. Aqueles idosos que são portadores de doenças crônicas vão receber, na mesma data, uma segunda dose de vacina, a da gripe pandêmica. Com essa estratégia, o idoso só precisará ir ao posto de vacinação uma vez.

A última fase ocorrerá de 10 a 21 de maio e é voltada para os adultos saudáveis de 30 a 39 anos.

É importante reforçar que, em cada uma das etapas, os pontos de vacinação serão definidos pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. As vacinas serão distribuídas pelo Ministério da Saúde ao longo do período de campanha, de acordo com cada etapa. Por isso, é importante que a população compareça aos postos de vacinação na data estabelecida para o grupo ao qual pertence.

Ao todo, o Ministério da Saúde adquiriu 113 milhões de doses para vacinar 91 milhões de pessoas contra a gripe pandêmica. A meta é imunizar pelo menos 80% desse público-alvo.

CAMPANHA PUBLICITÁRIA – Aqueles que quiserem receber um e-mail com lembrete da data em que deve se vacinar podem se cadastrar no Portal do Ministério da Saúde (http://www.saude.gov.br/), a partir desta segunda-feira (8). O serviço também estará acessível no hotsite www.vacinacaoinfluenza.com.br, criado pelo Ministério da Saúde; e em sites comerciais onde a campanha será veiculada. Todas a peças da campanha, incluindo vídeos, materiais gráficos e áudios para rádio, estão acessíveis no hotsite e no portal do Ministério.

Também serão distribuídos 100 mil cartazes e 1 milhão de folders com as datas em que cada grupo deverá receber as doses, além do reforço das medidas de prevenção que todos os brasileiros devem adotar no dia-a-dia.


(Clique sobre a figura para aumentá-la e ler melhor.)

ALGUMAS DOENÇAS CRÔNICAS PARA VACINAÇÃO

Os pacientes devem consultar o médico antes de tomar a vacina para esclarecer dúvidas e receber orientações

Segunda etapa – De 22 de março a 2 de abril

•Obesidade grau 3 – antiga obesidade mórbida (crianças, adolescentes e adultos); •Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar); •Asmáticos (formas graves);•Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória; Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
•Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
•¿Diabetes mellitus; •Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
•Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
•Doença hematológica (hemoglobinopatias);
•Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
•Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
•Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).

Outras informações
Atendimento à Imprensa (61) 3315 3580 e 3315 2351

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Vacina contra H1N1 no Brasil começa em março


O Ministério da Saúde divulgou recentemente informações sobre a vacinação contra H1N1, que será iniciada em março, começando pelos profissionais de saúde.
Clique aqui para migrar para o site do Ministério da Saúde, conhecer a lista de doenças crônicas e saber mais.

domingo, 25 de outubro de 2009

Será que está começando a temida 2a onda da Gripe Suína?

A situação anda preocupante em relação a Gripe A H1N1.

Nos Estados Unidos, Obama já declarou estado de emergência, escolas fecharam, foram suspensas comemorações de Halloween, festa tradicional de 31 de outubro por lá... E a gripe ainda se espalha pelo mundo. Notícia de hoje do The New York Times dá uma idéia da situação.

E mais uma droga para o tratamento, o Peramivir, foi liberada emergencialmente pelo FDA, conforme publicado hoje pelo G1. Trata-se de um novo antiviral, para uso intra-venoso para adultos e crianças, em casos sem resposta ao Oseltamivir (Tamiflu).

Prevenir ainda é "o melhor remédio".

Então, fiquemos atentos e não relaxemos com os cuidados necessários.

E não esqueçamos também de prevenir a dengue! A sua temporada também se aproxima...

sábado, 24 de outubro de 2009

Obama declara emergência nos EUA por gripe suína

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou neste sábado um estado de emergência nacional por causa da ameaça da gripe suína.
A declaração do estado de emergência aumenta a capacidade dos hospitais, médicos e postos de saúde de atender ao aumento da demanda por tratamento em um eventual novo pico de infecções pelo vírus H1N1.

Os Estados Unidos é o país com o maior número de infecções e mortes pelo vírus da gripe suína desde o início da pandemia, em abril.

Com a proximidade do inverno no hemisfério norte, teme-se uma nova onda da doença.
Na semana passada, as autoridades americanas disseram que os casos de novas infecções pelo vírus H1N1 já haviam sido detectados em 46 Estados do país.

Mais de mil pessoas já morreram nos Estados Unidos em decorrência de complicações da gripe suína, entre elas cerca de cem crianças.

Exigências burocráticas

Segundo a Casa Branca, a declaração de emergência pelo presidente é semelhante às declaradas antes da chegada de furacões.

Ela permite que as autoridades não precisem seguir algumas exigências burocráticas federais para permitir uma maior rapidez no estabelecimento de planos de emergência.

Na semana passada, autoridades americanas advertiram que pode haver um atraso na entrega de doses da vacina contra a gripe suína.

Anne Schuchat, do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), disse que apenas de 28 milhões a 30 milhões de doses estarão disponíveis até o fim de outubro, bem abaixo da estimativa inicial de 40 milhões de doses.

Schuchat disse que a atividade do vírus H1N1 está disseminada no país, com o número de internações e de morte em ascensão.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Influenza A H1N1: Boa Notícia!

OMS diz que vírus da influenza A não sofreu mutações

A diretora geral da Organização Mundial da Saúde(OMS), Margaret Chan, afirmou esta semana que o vírus da influenza A (H1N1) não sofreu mutações para formas mais fatais e que o processo de vacinação está bem encaminhado. Segundo ela, de abril até agora, informações fornecidas pelos laboratórios de todo o mundo indicam que o vírus é muito parecido com a sua forma original. Chan destacou ainda que as vacinas contra a gripe produzidas em massa são muito eficazes.


Clique aqui para acessar as informações da OMS sobre a situação atual em relação à vacina anti-influenza A H1N1. (de 24/09/2009)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Casos graves de gripe suína caem pela quinta semana seguida

O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (16) que o número de casos graves de gripe suína caiu pela quinta semana seguida. No entanto, o Brasil segue como o quinto país com a taxa de mortalidade mais alta pela doença, 0,46 morte por cada 100 mil habitantes.

Entre 6 e 12 de setembro, foram notificados 35 casos graves da gripe. O número é 65 vezes menor que o registrado entre 2 e 8 de agosto, quando foram registrados 2.283 casos.

Na lista dos 15 países com mais mortes, o Brasil também lidera em números absolutos: segundo o ministério, morreram 899 pessoas por complicações relacionadas ao vírus A (H1N1) no país desde o início da pandemia.

De acordo com o órgão oficial, as taxas de mortalidades da gripe suína são mais altas em países do hemisfério sul por ser inverno na região. As autoridades de saúde consideram as épocas de frio mais propensas à disseminação de vírus que causam gripe.

Desde 25 de abril, foram confirmados 10.401 casos graves de algum tipo de gripe por testes de laboratório, sendo que 88,9% destes resultados deram positivo para o vírus H1N1.

FONTE: Do UOL Ciência e Saúde, 16/09/2009

sábado, 29 de agosto de 2009

Veja os mapa das Gripe Suína no Brasil

A Folha Online publicou hoje (29/8) dados atualizados sobre a Influenza A H1N1 ("Gripe Suína") no Brasil, cujos mapas copiei para cá. Clique no título desta postagem para ler a reportagem na íntegra.

Temos uma aparente queda no número de casos nos últimos dias, porém é importante estarmos atentos e evitarmos relaxar quanto aos cuidados de prevenção. A prevenção ainda é o "melhor remédio" contra a Gripe. Fique ligado(a)!

"Mesmo quando são contabilizadas, o número de mortes divulgado pelas secretarias e pelo ministério podem divergir. A diferença ocorre porque os critérios considerados pelos órgãos não é o mesmo --algumas secretarias contabilizam apenas os moradores do Estado que morreram por gripe suína, outras contam todos os óbitos, independentemente de sua origem."



quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Situação epidemiológica da influenza A (H1N1) no Brasil

Entre 25 de abril e 22 de agosto foram notificados 30.854 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no Brasil, ou simplesmente casos graves. Do total, 6.100 tiveram confirmação laboratorial para influenza, sendo 5.206 (85,3%) positivos para o novo vírus A(H1N1).

Os dados, divulgados dia 26 de agosto pelo Ministério da Saúde indicam ainda que, segundo a distribuição dos casos graves, mantém-se a redução no número absoluto de casos na Semana Epidemiológica (SE) 33, que vai de 16 a 22 de agosto. Essa tendência já havia sido observada na SE 32, que vai de 9 a 15 de agosto.

No entanto, ainda não é possível concluir que a tendência seja definitiva, pois existem casos em investigação laboratorial ou que não tiveram as informações sobre a conclusão diagnóstica digitadas pelas secretarias estaduais e municipais de Saúde no sistema de informação.

Foram registrados, no período, 557 óbitos por influenza A(H1N1). Mas é importante ressaltar que o acréscimo no número de óbitos em relação ao último boletim não se refere a casos novos de pessoas que morreram no período de uma semana, mas a casos que tiveram confirmação laboratorial entre 16 e 22 de agosto.

No comparativo com os 15 países com maior número de mortes, o Brasil tem a 7ª taxa de mortalidade, que representa o percentual de óbitos em relação à população de cada país. Mas vale observar que o cálculo da taxa de letalidade em relação ao total de casos de influenza A não é mais utilizado como parâmetro para monitorar o comportamento da doença, uma vez que os casos leves não são mais notificados, exceto em surtos. Esta conduta tem sido preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde meados de julho e seguida pela maioria dos países, com priorização para o monitoramento de casos graves por influenza.

FONTE: Rio Contra a Gripe, 27 de agosto de 2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Grávidas e menores de 5 anos devem tomar Tamiflu com qualquer sintoma de gripe, diz OMS

A Organização Mundial da Saúde enfatizou nesta sexta-feira a necessidade de uso do oseltamivir, comercialmente vendido como Tamiflu, nas primeiras 48 horas do surgimento dos sintomas de gripe suína por todos os pacientes de risco, em especial grávidas, que apresentem qualquer sintoma gripal.

Segundo a OMS, os médicos não devem esperar que exame laboratorial confirme a presença do vírus H1N1. O Tamiflu deve ser ministrado mesmo após as 48 horas em grávidas e crianças menores de 5 anos se o atendimento for feito após este prazo.

"Em áreas onde o vírus está circulando amplamente, os médicos que atenderem pacientes com sintomas de gripe devem assumir que a pandemia é a causa da doença. O tratamento não deve esperar a confirmação laboratorial da infecção pelo H1N1", diz a nota da OMS.

Leia reportagem completa no site do O Globo

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Debate sobre influenza A será transmitido ao vivo na próxima quarta

Na próxima quarta-feira (19/8), às 14h, será realizado o primeiro debate sobre a influenza A (H1N1) com transmissão ao vivo pelo portal Rio Contra Gripe A.

O encontro, o primeiro de uma série promovida pelo portal contará com a presença de Roberto Medronho, Chefe do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da UFRJ, doutor em Epidemiologia; e Marisa Santos, médica infectologista da Superintendência de Unidades Próprias da Sesdec.

A mediação será feita por Flávia Junqueira, editora de Saúde do jornal Extra, e todos poderão participar do debate enviando perguntas pelo e-mail faleconosco@riocontragripea.com.br ou pelo Twitter do Rio Contra Gripe A: http://twitter.com/riocontragripea. Participe!

domingo, 16 de agosto de 2009

Influenza A H1N1 - Links e Telefones Úteis


Nacionais e no Rio de Janeiro


Internacionais


Endereços com informações específicas

sábado, 15 de agosto de 2009

Cinco países respondem por quase 65% das mortes pela nova gripe


EUA, Argentina, Brasil, México e Chile concentram 1.300 das 2.004 mortes.OMS mudou estratégia de cálculo; 55 países já registraram óbitos.


Cinco países –entre eles o Brasil– respondem por 64,8% das mortes pela nova gripe em todo mundo. Estados Unidos, Argentina, Brasil, México e Chile são responsáveis, no total, por 1.300 das 2.004 mortes registradas até esta sexta-feira (14). Os dados foram divulgados na página do Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC, da sigla em inglês), que se baseia em números dos governos e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os Estados Unidos lideram o ranking, com 436 mortes, seguidos por Argentina (404), Brasil (192), México (163) e Chile (105). No total, 55 países já registraram mortes. Dos 15 primeiros da lista, nove são latino-americanos –além dos quatro citados, estão Peru, Costa Rica, Paraguai, Uruguai e Equador. A única região do mundo que ainda não registrou mortes, segundo o ECDC, foi a Ásia Central.A OMS mudou a estratégia de cálculos de mortes causadas pela nova gripe, e foi acompanhada pelo Ministério da Saúde brasileiro. A conta, diz a organização, deve ser feita por 100 mil habitantes. Dessa forma, é possível saber a taxa de mortalidade da doença por país.

Por esse critério, o Brasil tem 0,09 morte por cada 100 mil habitantes. A Argentina tem o maior índice entre todos os países (1,00, número atualizado com o total de mortes registradas no país), seguida por Uruguai (0,65) e Costa Rica (0,61).

Segundo César Carranza, professor da Universidade de Brasília e médico do Hospital Universitário, o tamanho da população destes países e a capacidade de registros dos casos ajuda a explicar os números. “No hemisfério norte, por exemplo, os casos foram basicamente na temporada anterior, de frio”, afirma.

Apesar disso, países que têm população maior que alguns dos cinco líderes do ranking registraram menos mortes. É o caso, por exemplo, da Malásia, com 27,4 milhões de habitantes e 56 mortes. Para efeito de comparação, o Chile, que tem uma população de 16,9 milhões, conta 105 mortes. Os dados demográficos são do IBGE. (...)


Leia esta notícia na íntegra no site do G1. Publicada hoje, 15 de agosto de 2009.

Tobby entrevista o H1N1

A gripe é séria, mas um pouco de humor não faz mal a ninguém.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Gripe Suína - Últimas notícias oficiais

País receberá 800 mil tratamentos contra H1N1 neste mês e outros 9 milhões até 2010

Temporão, em audiência na Câmara dos Deputados, afirmou que o estoque atende a demanda pelo medicamento; a doença atingiu 28 mil pessoas.

Em comissão geral da Câmara dos Deputados realizada nesta terça-feira (11), o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, reafirmou a suficiência brasileira de estoque de medicamento para tratamento de pacientes infectados pela nova gripe. Segundo o ministro, desde abril já foram distribuídos aos Estados 392.621 tratamentos. No mesmo período foram notificados 28 mil casos de algum tipo de gripe no País, o que demonstra que o estoque atende plenamente a demanda pelo medicamento.

O ministro afirmou durante audiência que o Ministério da Saúde receberá mais 800 mil tratamentos até o final de agosto, que serão imediatamente descentralizados para Estados e Municípios. Além disso, outros 9 milhões de tratamentos serão comprados para entrega até março de 2010, preparando, assim, o país para o próximo ano. Atualmente há 8,7 milhões de tratamentos em estado bruto em estoque. A intenção do Ministério da Saúde é preservar parte desse estoque, uma vez que sua validade expira apenas em 2016 — se abertos os tonéis, o prazo se reduz para 2012.

O ministro lembrou que há uma constante capilarização do acesso ao medicamentos, sendo responsabilidade das secretarias estaduais de saúde definir os pontos de distribuição dentro dos seus estados. No Rio Grande do Sul, por exemplo, foi definido um ponto de distribuição em cada município.

Ao condenar a banalização do uso do medicamento, Temporão chamou a atenção para um artigo publicado ontem no British Medical Journal, que abre discussão para o uso do remédio em crianças — o que reforça a política de uso parcimonioso da droga.

Confira os principais pontos da fala do ministro.

ESTOQUE DOS ESTADOS

Até o momento, o Ministério da Saúde entregou aos Estados 392.621 tratamentos completos, o suficiente para tratar 392.621 pacientes. No mesmo período, o Sistema Único de Saúde notificou 28 mil casos de algum tipo de gripe no Brasil, de todos os tipos de gripe.. “O cenário demonstra que a quantidade de medicamentos, o estoque em poder do Governo e a descentralização para os Estados e Municípios atendem com folga a demanda”, afirmou.

MAIS MEDICAMENTOS

Neste mês, o Ministério está recebendo do laboratório produtor mais 800 mil tratamentos, que estão sendo imediatamente descentralizados para Estados e Municípios. Além disso, o estoque estratégico é de 8,7 milhões de tratamentos em matéria-prima. O prazo de validade desse granulado vai até 2016. Para 2010, também está sendo negociada a compra de 9 milhões de tratamentos.

DISPONIBILIZAÇÃO DOS MEDICAMENTOS

Temporão ressaltou que o medicamento no Brasil é gratuito para todas as pessoas que dele necessitem. Também afirmou que algumas críticas irresponsáveis têm sido feitas em relação à disponibilização do medicamento que pedem a banalização do uso do medicamento. O Ministério manterá a posição atual, respaldada pela Organização Mundial de Saúde, de evitar o uso indiscriminado do antiviral. Não se pode usar indiscriminadamente o medicamento disponível para tratar uma doença cujo vírus causador pode vir a apresentar uma mutação tornando-a mais grave, explicou. Casos de resistência foram reportados no Canadá, Japão, Dinamarca e China, em Hong Kong. Ainda citou pesquisas feitas nos Estados Unidos que, recentemente, indicam que o vírus da influenza sazonal A apresenta 99% de resistência ao osetalmivir, medicamento usado no combate à doença.

CAPILARIZAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO

O ministro citou que há uma contínua ação para a capilarização do acesso aos medicamentos. Citou, por exemplo, o Rio de Janeiro, onde foram estabelecidos 57 pontos de distribuição, envolvendo hospitais, UPAs e unidades do Corpo de Bombeiros. No Rio Grande do Sul, são 978 pontos, pelo menos 1 em cada Município. Em São Paulo, 224 pontos de distribuição: AMAs, hospitais, Núcleos de Assistência Farmacêutica, Núcleos Regionais de Saúde. No Paraná, a secretaria estadual está repassando os medicamentos para 22 centros regionais de saúde que se encarregam de fazer chegar aos pontos de distribuição.

TRATAMENTO PARA CRIANÇAS

O ministro chamou atenção para um artigo publicado ontem no British Medical Journal, uma revisão de tudo o que foi estudado sobre o vírus da influenza A (H1N1) e o efeito dos dois medicamentos para combater a doença — o osetalmirir e o zanamivir — , em crianças com menos de 12 anos. O estudo demonstrou que, em crianças até 12 anos, existe um pequeno e curto benefício do seu uso na influenza sazonal, com baixo efeito, na exacerbação da asma ou no uso de antibióticos, e apresentando sérios problemas de efeitos colaterais. Para o H1N1, esses dados têm de ser confirmados, mas isso desencadeou, por exemplo, na Inglaterra, uma grande discussão sobre a segurança e critérios de uso.

ÓBITOS

O ministro alertou para a existência de algumas análises equivocadas sobre taxa de óbitos. Ele lembrou que não é possível utilizar o número total de óbitos no Brasil e tentar fazer um ranking a partir dos casos confirmados. Isso porque, no mundo, hoje, não se confirmam mais casos leves da doença. Se deixo de contar as pessoas que estão contraindo a doença e conto apenas o número de óbitos, evidentemente crio uma distorção brutal”, disse. A análise correta, explicou, é a taxa de mortalidade, ou seja, o número de óbitos por 100 mil habitantes. A Argentina, por exemplo, com 338 óbitos registrados, tem uma taxa de mortalidade de 0,84%; o Chile, de 0,61%; e os Estados Unidos, com 436 óbitos, uma taxa de mortalidade de 0,14%. No Brasil, está sendo divulgado nesta terça-feira o número de 192 óbitos confirmados, com uma taxa de mortalidade no País de 0,09%. O México tem uma taxa de mortalidade de 0,05%. Ou seja, esses números mostram que a taxa de mortalidade no Brasil está na média de outros países e abaixo da apresentada pelos Estados Unidos, pelo Chile e pela Argentina, por exemplo.

GESTANTES

Do total de óbitos registrados até o momento no Brasil, 28% são de gestantes, 14,5% do total. Temporão enfatizou que outras 107 gestantes que adquiriram o novo vírus foram curadas: evoluíram bem, receberam alta e não tiveram complicação maior. O ministro apresentou dados da pasta que demonstram que 30% das gestantes que foram a óbito apresentaram pelo menos um fator de risco adicional, o que contribuiu para uma evolução ruim do caso. “Quero chamar atenção de que, desde o início, o protocolo do MS determina que o antiviral seja dado às grávidas mesmo que o estado de saúde não esteja grave, de acordo com avaliação médica. O protocolo recomenda atenção especial às grávidas, independentemente do período de gestação”, afirmou o ministro.

VACINA

O Brasil produzirá a vacina no Instituto Butantan, em São Paulo. “Somos um dos poucos países em desenvolvimento que possui estrutura fabril, estrutura técnico-científica”, disse Temporão. Segundo ele, como o Butantan não terá condições estruturais fabris de atender a toda a demanda do Brasil, será feito um mix de compra: a vacina pronta de alguns laboratórios e a produção do instituto.

DESAFIOS

Dos desafios atuais, o ministro considera que o principal deles é atender o aumento da demanda em busca de atenção médico-hospitalar. Nesse momento, a conduta — Governo, secretários, gestores, Parlamentares, mídia — deve ser fortemente focada na educação, na informação de qualidade e na orientação. O ministro considerou que alguns Estados estão lançando mão de alternativas interessantes, como hotlines e serviços 0800, para orientar as pessoas e capilarizando a rede de atendimento.

FONTE: http://www.saude.gov.br/

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Mapa Atualizado da Gripe no Brasil


Balanço parcial divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira mostra que, entre 25 de abril e 1º de agosto, foram confirmados no Brasil 2.959 casos de gripe suína --a gripe A (H1N1). De acordo com dados do governo federal, 96 pessoas morreram no país em consequência da doença até dia 30 de julho. O número de mortes, no entanto, chega a 129, de acordo com registros das Secretarias Estaduais da Saúde.