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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Redes sociais são novos espaços de convivência de alunos e professores


Na trilha do educando

"Cada vez mais, redes sociais se configuram como espaço em que os jovens se dispõem a ter com os professores a interlocução que está difícil de se consumar apenas em sala de aula "

Estas palavras são o início de uma matéria de Sérgio Rizzo, publicada no UOL Educação, que vale a pena ser lida por quem se interessa pelo assunto.

Nela, mostra-se a experiência de alguns educadores com as redes sociais e delas como novos espaços de convivência entre professores, estudantes e seus pares... E dos novos horizontes proporcionados por este meio.

Sempre falo com meus alunos que somos "professores e alunos" por período muito curto de nossa vida. Somos, na verdade, eternos aprendizes. Portanto, para mim, uma das tarefas primordiais da educação é proporcionar uma convivência ética, afetuosa e produtiva entre humanos, que se torne cada vez mais auto-sustentável no que tange à possibilidade de "ensinagem". Todos ensinam, todos aprendem... A grande magia ocorre quando isto proporciona prazer, curiosidade, vontade de alimentar mais e mais esta cadeia. Aí, estamos em um espaço sem fim!

Um vídeo do Programa Salto Para O Futuro, da TV Escola, do Ministério da Educação pode ser visto pelo YouTube e também é bastante esclarecedor.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Telemedicina no Haiti: prática que vem de longe


No desespero logo após o terremoto que atingiu o Haiti no mês passado, médicos voluntários estrangeiros usaram dispositivos improvisados e de pouca tecnologia para consultas e coordenação dos esforços de salvamento.

No entanto, médicos americanos estão passando para tecnologias mais sofisticadas a fim de ajudar a melhorar a saúde pública no Haiti, um dos países mais pobres do mundo.
"Estamos nessa até o fim", disse Scott C. Simmons, cujo título na Faculdade Miller de Medicina da Universidade de Miami é de diretor de tele-saúde.

A tele-saúde, mais conhecida como telemedicina, é um desdobramento do programa espacial; foi desenvolvida pela Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço na década de 1960 para servir aos astronautas. Na versão ao vivo e em tempo real, ela envolve uma conexão por vídeo entre o paciente e um médico ou outro profissional de saúde num hospital ou consultório. Às vezes, um médico ou enfermeiro em determinado local consulta um especialista em outro local via telemedicina.

Na tenda hospitalar com 240 leitos da Universidade de Miami, armada perto do aeroporto de Porto Príncipe, Haiti, onde cirurgiões voluntários dos Estados Unidos realizaram mil operações desde o terremoto de 12 de janeiro, médicos logo poderão consultar, via satélite, especialistas em Miami e outros centros médicos, disse Simmons, engenheiro que ajudou a desenvolver a telemedicina portátil para naves espaciais da NASA. (...)

FONTE: Veja online, 10 de fevereiro de 2010. Clique aqui para ler a notícia na íntegra.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Top 100 Ferramentas para Aprendizagem 2009

Jane Hart fez esta compilação “Top 100 – Ferramentas para aprender e ensinar” com a contribuição de 278 professores de todo o mundo. Você vai encontrar nesta apresentação uma lista de ferramentas, umas gratuitas e outras não, que podem ser utilizadas como recursos educacionais.

Clicando aqui você pode ver a lista completa destas ferramentas, com links para as páginas, com mais informação sobre cada uma delas.

domingo, 29 de novembro de 2009

Novos métodos de avaliação do uso de tecnologias na educação representam “passo adiante” e possibilitam ações mais integradas

Por Giulliana Bianconi

Florianópolis - A aplicação das novas tecnologias nos ambientes de ensino-aprendizagem ainda é um desafio para boa parte dos gestores educacionais e professores. Porém, o que se vê atualmente são exemplos de práticas inovadoras sendo multiplicadas e compartilhadas em diversos espaços: na web, em escolas e universidades, em encontros de educação, em secretarias (municipais e estaduais) etc. Os processos educacionais atrelados à tecnologia já ocupam lugar de destaque nos debates por haver consenso de que não se trata somente de uma tendência, mas sim de uma nova realidade.

Após o frisson da aderência às novas práticas educacionais, instituições e educadores que estão na dianteira desse processo começam a avançar para um outro momento: o do desenvolvimento de instrumentos de avaliações que têm, basicamente, duas finalidades: aferir a eficácia das inovações realizadas nos ambientes de aprendizagem e "medir" o quanto efetivamente os alunos conseguem absorver de conteúdo quando as aulas são realizadas em espaços virtuais.

No XX Simpósio Brasileiro de Informática na Educação, evento realizado em novembro, em Florianópolis, essas duas vertentes da avaliação foram contempladas, e especialistas do assunto revelaram o que há de novo e o que está por vir. (...)

Clique aqui para ler a reportagem completa no site do Intituto Claro.

Nesta reportagem comenta-se as vantagens do Amadeus, novo ambiente virtual de aprendizagem, sobre o Moodle, que é um dos ambientes mais conhecidos para educação a distância. Ambos são gratuitos.

sábado, 29 de agosto de 2009

Pierre Levy propõe língua universal para gerenciar conhecimento na web

Filósofo cria língua universal para web e prevê nova revolução do conhecimento

Para Pierre Lévy, web semântica vai transformar maneira de fazer ciência. Em breve, aposta francês, computadores saberão como 'traduzir' conceitos.





A internet permitiu que, pela primeira vez na história, se tornasse possível manter um arquivo universal do conhecimento e da produção cultural de nossa espécie. Mas para o filósofo francês Pierre Lévy, esse poder já começa a mostrar limitações, e é hora de promover uma “recauchutagem” na estrutura da rede. Mas para transformar a web em uma máquina capaz de identificar a verdadeira inteligência coletiva, no entanto, Lévy prevê dois grandes desafios: a ausência de profissionais habilitados para trabalharem na organização das informações, e a necessidade da adoção de um padrão para a chamada “web semântica” – que permitirá que todo o conhecimento seja coordenado automaticamente por conceitos, e não mais simplesmente pelos links entre documentos.

A evolução proposta por Lévy - dono de uma bibliografia extensa sobre cibercultura e sobre a relação entre o virtual e o real - passa pela criação de regras para a organização das informações. Para isso, o filósofo desenvolveu uma linguagem universal capaz de compreender as ideias expressas em qualquer idioma e que, ao mesmo tempo, pode ser processada por computadores.
“Isso significaria o fim da fragmentação da informação, atualmente dividida por conta de barreiras de linguagem e escolhas diversas de sistemas de organização”, afirma Lévy, em entrevista ao G1.

O projeto coordenado pelo francês é desenvolvido por um grupo de pesquisadores na Universidade de Ottawa, no Canadá.

Para ler reportagem na íntegra clique aqui.

REPORTAGEM DE Leopoldo Godoy, do G1, São Paulo

terça-feira, 28 de julho de 2009

APLICAÇÕES DE NOVAS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO


Não sei se acontece com vocês, mas hoje, acho difícil ficar horas dentro de uma sala de aula ouvindo alguém falar.
Mesmo quando a temática é boa e a pessoa atrai a nossa atenção, após as primeiras horas acho que tendemos à dispersão.
Imaginem como deve ser ainda mais difícil para nossos alunos, a maioria nativos digitais.

No dia-a-dia recebemos inúmeros estímulos neurológicos ao mesmo tempo: ruídos do ambiente, conversas, TV, som, celular, computador (música, vídeo, MSN, etc)...
Por isto temos que arrumar novas maneiras de ensinar, de estimular os estudantes à busca ativa de conhecimento, com prazer e entretenimento.

Às vezes vejo colegas achando que isto é coisa para quem gosta de tecnologias, que isto é "coisa de outro mundo".
Recentemente assisti parte de umas palestras on line conferidas pelo prof Carlos Valente, promovidas pela Gama Filho, que recomendo para desmistificar um pouco as Tecnologias de Informação e para dar idéias de como podem ser usadas na educação. Ele fala sobre muitas coisas como blogs, redes sociais, Second Life, etc.

Aqui está o link: http://vimeo.com/5634786

quarta-feira, 22 de julho de 2009

9ª Conferência Mundial em Computação na Educação


A 9a Conferência Mundial em Computação na Educação ocorrerá em Bento Gonçalves/RS, de 27 a 31 de julho de 2009, e terá transmissão simultânea pela internet.
Para maiores informações visite o site:

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Wetoku: Nova ferramenta simplifica entrevistas com vídeo à distância


"Sempre é um problema quando você quer fazer uma entrevista em vídeo à distância com uma pessoa e ela não tem o Skype ou qualquer outro programa parecido instalado no computador.
Outras pessoas até têm webcam, mas o uso desses programas é bloqueado.
Wetoku promete ajudar nesses casos. Permite gravar entrevistas em vídeo pela web, sendo que não é necessário instalar nada no computador.
Para o entrevistador, basta mandar um link para o entrevistado e pedir para ele autorizar a conexão com a webcam que o sistema se encarrega do resto. Após feita a entrevista, você pode embutir o vídeo em posts de blogs ou em perfis de redes sociais. Seu uso é gratuito.
Para testar, precisa cadastrar um email na home do Wetoku para receber um convite, que é enviado em questão de 2 dias."


TOONDOO - Para produzir objetos de aprendizagem ou simplesmente brincar

\TARDE DA NOITE\

Conheci nesta semana o TOONDOO e hoje resolvi aprender a mexer.

Neste site, podemos fazer quadrinhos, outros objetos de aprendizagem ou simplesmente brincar, por pura diversão.

A única desvantagem: como a língua de base é o inglês, não há acentos para escrevermos em português.

Este quadrinho corresponde à minha primeira aventura!

Experimente você também, clicando no link acima.

Deixo aqui um pequeno tutorial que localizei procurando por TOONDOO no Bing. FONTE: Slideshare

terça-feira, 14 de julho de 2009

Aprendendo a aprender com as TICs

José Carlos Antonio*

Com o subtítulo “Um brevíssimo estudo de caso”, o artigo publicado na seção Apoio Pedagógico do Canal EducaRede e Pró-Menino apresenta uma reflexão sobre modelos de aprendizagem no contexto das Tecnologias de Informação e Comunicação, a partir de um episódio vivenciado pelo autor, que é formador do Programa EducaRede, conhecido também como JC.

JC relata uma capacitação para o uso pedagógico dos computadores e da Internet, realizada por ele com professores de escolas paulistas em 2008. Ao descrever o perfil do grupo, o formador compara o que chama de "Professor Digital/Professor Web 2.0" e "Professor Tradicional/Professor Web 0.0". Entre as características deste último, aponta: “Não aperta nenhuma tecla sem antes perguntar se pode ou deve e sem que saiba de antemão exatamente o que acontecerá após apertar a tecla”.

A partir da atividade proposta ao grupo durante a capacitação – utilizar o site Toondoo, uma ferramenta da Web 2.0, para criar história em quadrinho -, JC mostra como esses professores, ao vivenciarem um novo modelo de aprendizagem, começaram também a mudar sua relação com a aprendizagem e a compreender a necessidade de “aprender a aprender”.

Por fim, ele conclui: “Capacitar professores para o uso pedagógico dos computadores e da Internet só faz sentido se realmente conseguirmos com que esses professores vivenciem as situações de aprendizagem às quais seus alunos estão submetidos cotidianamente”.

Leia este artigo na íntegra e colabore comentando.


* Formador do Aula Fundação Telefônica: EducaRede e Pró-Menino, projeto que beneficia escolas públicas paulistas com doação de laptops, acesso à Internet e formação presencial e a distância para professores.


FONTE: Educarede 30/06/2009

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Tecnologia da Informação a serviço da educação superior no Brasil

Novos horizontes se abrem para o atendimento da demanda existente em cursos de graduação no país através do uso da tecnologia: “Educação a Distância” (EAD), que é a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias, com estudantes e professores desenvolvendo atividades em lugares ou tempos diversos.

Há vários cursos de pós-graduação (lato sensu) oferecidos na modalidade de EAD e uma centena de instituições credenciadas para ministrar cursos de graduação a distância. De acordo com o censo do INEP de 2005, há 189 cursos de graduação utilizando EAD com 114.642 matrículas, representando 2,5% do total de matrículas nos cursos de graduação no país. Pela legislação, as avaliações, o uso de laboratórios, estágios e defesas de trabalhos de conclusão de cursos devem ser presenciais. Há também, muitos cursos de graduação semi-presenciais, através dos quais os alunos têm 20% da carga horária desenvolvida através de EAD.

As vantagens da EAD são inúmeras, tanto que muitas empresas utilizam esta modalidade (e-learning) para realizar treinamento de seus funcionários, permitindo agilidade no processo de capacitação profissional e redução de custos, pois não há necessidade de locomoção de instrutores e treinandos. Os funcionários podem realizar seus cursos, de acordo com sua velocidade de aprendizagem ou em função de sua disponibilidade.

Ainda há obstáculos a serem superados na EAD, a começar pelas políticas públicas que devem impedir a expansão quantitativa e descontrolada de cursos, eliminando qualquer possibilidade de transformação desta modalidade de ensino em business, impedindo que organizações com pouco ou nenhum compromisso com a qualidade da educação no país atuem neste segmento.

A EAD traz para o aluno inúmeras vantagens em seu dia-a-dia. Os custos e as dificuldades de transportes e o tempo despendido na locomoção até a instituição de ensino são praticamente eliminados. Para os estudantes do período noturno, em geral estudantes-trabalhadores, há também a redução nos riscos associados à segurança pessoal.

Há uma outra dimensão para ser analisada: a sala de aula, pois é o espaço para a interação entre professor-aluno, aluno-aluno, discussões de novas situações propostas e troca de experiências. A vivência em outras áreas físicas da instituição, como: bibliotecas, espaços de convivência, laboratórios e outros, não pode ser negligenciada. Os conteúdos e o sistema de avaliação são outros elementos fundamentais. Os materiais de aula, exercícios, testes e de estímulo à realização de pesquisas devem ser criteriosamente desenvolvidos por professores especializados e com sólida experiência na prática pedagógica, com o apoio de profissionais da área de tecnologia da informação. Estes materiais podem ser contextualizados de acordo com aspectos locais, além de facilitar a integração entre as diversas disciplinas do curso.

O sistema de avaliação deve ser contínuo e intensamente discutido com professores e elaboradores de políticas públicas. Infelizmente, quando se fala em avaliação, pensa-se quase que exclusivamente na realização de provas e exames com o intuito de se realizar a medição do aprendizado do estudante, a fim de promovê-lo ou não para o nível seguinte. A avaliação deve também servir para os professores como feedback de aprendizado, permitindo identificar as principais dificuldades dos alunos, subsidiando melhorias nos aspectos didáticos do professor e na estratégia de desenvolvimento de conteúdos.

As ferramentas tecnológicas que surgem a cada dia têm muito a contribuir com a educação superior no país, com a qualidade de materiais e ferramentas para cursos de EAD (chats, jogos, simuladores, comunicadores instantâneos, e-mail, bibliotecas virtuais), porém, sempre deverá existir uma porção presencial nos cursos, pois é só através da interação e do convívio social é que se tem a efetiva troca de informações, experiências, vivências e sentimentos, e, de estímulo à pesquisa e à evolução do conhecimento humano. De acordo a Unesco (Relatório Delors), os quatro pilares da educação são: fazer com que o aluno aprenda a conhecer, aprenda a fazer, aprenda a conviver e aprenda a ser. Uma questão que se lança para a reflexão é se a EAD consegue endereçar estes quatro itens de forma ampla e realista.

Armando Terribili Filho, PMP. Doutor em educação pela UNESP e mestre em Administração de Empresas pela FECAP. Diretor de projetos da Unisys Brasil em São Paulo, professor da Faculdade de Administração e da pós-graduação da FAAP em cursos de Gestão de Projetos. Atua também na pós-graduação da UNINOVE em curso de formação de professores para o ensino superior. Detém a certificação PMP do PMI (Project Management Institute).