terça-feira, 16 de março de 2010

Golfinhos no Leblon

Escolhi este vídeo o "vídeo da semana".

O helicóptero da Globo teve a felicidade de registrar, hoje de manhã, esta maravilha na praia do Leblon. Golfinhos dando um show para nós, moradores de RJ.

sábado, 13 de março de 2010

Uma prova de amor - Filme maravilhoso! Mas prepare-se para chorar!

Algumas pessoas sabem que adoro, e coleciono, filmes e livros que tenham a ver com questões de medicina, educação médica e educação em geral.
Adoro dar e receber dicas.
Se você tiver alguma, não hesite em deixar um comentário.

Hoje eu não poderia deixar falar sobre um filme que assisti há pouco.
Caramba! Há tempos não chorava tanto!
Mas é lindo!!! Recomendo para todo ser humano... e considero imperdível para médicos e estudantes de medicina.
Nos faz refletir muita coisa sobre a vida, as escolhas, as famílias e a autonomia de nossos pacientes.
Fica a dica...

Você já viu? O que achou?
Quer deixar algum comentário aqui?
Tem alguma outra dica de filme ou livro envolvendo estes assuntos?

Aqui está o trailer do filme:

CREMERJ QUESTIONA ESTRATÉGIA DE VACINAÇÃO DOS MÉDICOS CONTRA A INFLUENZA H1N1 NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO


O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ) enviou um ofício à Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil cobrando a inclusão de todos os médicos na primeira fase da vacinação contra a Influenza H1N1. O presidente do CREMERJ, Luís Fernando Moraes, contatou por telefone o secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, e recebeu a garantia de que os médicos que não foram contemplados nesta primeira etapa serão vacinados a partir do dia 22 de março. Apesar da informação, o CREMERJ mantém a solicitação de inclusão de todos os médicos na primeira fase da vacinação, já que, a partir do dia 22, estará aberta a vacinação para outros três grupos de risco.


Nos últimos dias, a Secretaria Municipal de Saúde teria informado aos jornais que a campanha enfocaria apenas hospitais de emergência públicos, particulares e postos de saúde. O CREMERJ questiona essa informação de que não há protocolo para vacinação dos profissionais que atuam em consultórios e clínicas. Afinal, esta posição da Secretaria Municipal de Saúde é contrária às orientações divulgadas pelo Ministério da Saúde, que afirma que um dos objetivos da realização da vacinação no Brasil é “garantir o funcionamento dos serviços para atendimento ininterrupto dos casos suspeitos ou confirmados da Influenza H1N1, por meio da vacinação dos trabalhadores de saúde”. Ainda de acordo com o material divulgado pelo Ministério da Saúde, são considerados trabalhadores de saúde:


“Aqueles que estão na rede de serviços prestando atendimento diretamente à população, ou seja, são aqueles que, em razão das suas funções, estão sob potencial risco de contrair a infecção pelo H1N1 no contato com possíveis suspeitos da doença.
Nesse sentido estão aí incluídos os trabalhadores da atenção básica (estratégia saúde da família e modelo tradicional), dos serviços de média e alta complexidade (pequeno, médio e grande porte) e aqueles que atuam na vigilância epidemiológica, especialmente na investigação de casos e no laboratório, cuja ausência por ter contraído influenza poderia vir a comprometer o funcionamento do serviço e o atendimento à população”.


Sendo assim, o CREMERJ considera que todo e qualquer médico deve ser incluído nesse grupo, já que, mesmo nos consultórios, clínicas e hospitais privados, eles estarão na linha de frente do atendimento aos pacientes com suspeita de gripe H1N1. Ao não vacinar todos os médicos, a Secretaria expõe esses profissionais a riscos desnecessários. Como o Ministério da Saúde afirma que há um número de doses proporcional à população dos grupos prioritários em cada Estado, o CREMERJ reforça que é preciso rever o critério de distribuição no município do Rio de Janeiro para que seja feita a vacinação de todos os médicos, independentemente do local de trabalho. Caso a Secretaria Municipal de Saúde não vacine todos os médicos, o CREMERJ tomará as medidas cabíveis para garantir esse direito aos profissionais.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Programas gratuitos ajudam portadores de deficiência a usar computador

Em vez das mãos, movimentos de olhos e boca acionam a máquina.Headmouse e Teclado Virtual estão disponíveis gratuitamente na web.

Os brasileiros portadores de deficiência motora poderão usar o computador sem as mãos, apenas com movimentos do rosto, como piscar de olhos e abrir e fechar de boca, graças ao acesso a dois softwares que dispensam o uso manual do teclado e do mouse. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e a empresa espanhola Indra fizeram um acordo para distribuir gratuitamente os programas Headmouse e Teclado Virtual, que podem ser baixados nos sites dos Correios e do Ministério das Comunicações. O software Headmouse também está disponível para download gratuito no site Baixatudo.

FONTE: Agência do Senado. Confira a reportagem completa e assista ao vídeo no G1.

terça-feira, 9 de março de 2010

Saiba qual é a diferença entre faculdade, centro universitário e universidade

Por: Simone Harnik, em São Paulo, UOL 09/03/2010

Você até pode ouvir um monte de siglas para os nomes das instituições de ensino superior, mas a verdade é que só existem três tipos delas no Brasil: as universidades, os centros universitários e as faculdades.

E qual a diferença na prática?

Segundo Ivelise Fortim, professora da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e coautora do livro "Orientação Profissional Passo a Passo", basicamente, é uma só: "Quando você está dentro da universidade, tem maior chance de participar de pesquisas e de fazer iniciação científica [projeto de estudos durante a graduação]".

Tudo depende, de acordo com Ivelise, do interesse do estudante: "Se ele tem a intenção de voltar sua formação somente para a entrada no mercado de trabalho, tanto faz o tipo de instituição que escolher", aponta.

É claro que esta é uma generalização, já que há faculdades que fazem pesquisa séria, têm trabalhos com a comunidade e boa qualidade de ensino. Ao mesmo tempo, também existem universidades que deixam a desejar nas condições de ensino.

Por isso, na hora de escolher, é preciso ficar atento se a instituição de ensino cumpre o que é exigido pelo MEC (Ministério da Educação) e pela lei brasileira.

Universidade

As universidades devem oferecer, obrigatoriamente, atividades de ensino, de pesquisa e de extensão (serviços ou atendimentos à comunidade) em várias áreas do saber. Elas têm autonomia e podem criar cursos sem pedir permissão ao MEC.

As federais são criadas somente por lei, com aprovação do Congresso Nacional. As particulares podem surgir a partir de outras instituições como centros universitários.

Os requisitos mínimos são os seguintes:

  • Um terço do corpo docente, pelo menos, deve ter título de mestrado ou doutorado. Quanto maior a titulação dos professores, mais tempo de pesquisa e mais experiência para transmitirem aos estudantes.

  • Um terço do professorado deve ter contrato em regime de tempo integral - esses são os profissionais que costumam oferecer maior dedicação à instituição. Quando um docente é contratado para poucas aulas, normalmente, tem menos tempo para atender os universitários e para desenvolver projetos de pesquisa e extensão.

  • Desenvolver, pelo menos, quatro programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) com boa qualidade - um deles deve ser de doutorado.


Centro universitário

Os centros universitários, assim como as universidades, têm graduações em vários campos do saber e autonomia para criar cursos no ensino superior.Em geral, são menores do que as universidades e têm menor exigência de programas de pós-graduação.

No entanto, há algumas regras que eles precisam cumprir:

  • Ter, no mínimo, um terço do corpo docente com mestrado ou doutorado.

  • Ter, pelo menos, um quinto dos professores contratados em regime de tempo integral (observe que o percentual é menor do que o exigido nas universidades).

Faculdade

As faculdades são instituições de ensino superior que atuam em um número pequeno de áreas do saber. Muitas vezes, são especializadas e oferecem apenas cursos na área de saúde ou de economia e administração, por exemplo.

Outra diferença para os centros universitários e universidades é a seguinte: quando uma faculdade pretende lançar um curso, ela tem de pedir autorização do Ministério da Educação - ou seja, não tem autonomia para criar programas de ensino. Contudo, as faculdades devem cumprir uma exigência:

  • O corpo docente tem de ter, no mínimo, pós-graduação lato sensu - normalmente menores do que os mestrados e doutorados.

FONTE: UOL, 09/03/2010

domingo, 7 de março de 2010

Os smartphones e o convívio social


"Com alguém ao lado falando num celular, lendo os e-mails, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total."





Nem preciso dizer o quanto curto tecnologias e novidades no mundo da informática.

Mas também adoro a convivência humana... e acho que não existe nada melhor!

Sair com o marido (ou namorado), estar entre amigos, conviver com colegas de trabalhos em momentos de pausa, falar com alguém do lado que nem conhecemos... são coisas que geralmente nos trazem sensações boas e inesquecíveis, e que nos impulsionam no dia-a-dia.

Mas acho detestável quando, em qualquer destas situações, as pessoas não sabem deixar uma ligação de celular para logo mais ou ficam clicando o tempo todo, como se não estivéssemos ali.

Tenho smartphone, mas confesso que um celular para mim poderia, perfeitamente, apenas falar e receber ligações a cada vez que preciso. E isto, talvez, seja o ponto mais fraco dos celulares de hoje: tiram fotos, armazenam dados, mandam emails mas, quando queremos falar, as vezes estão com o sistema fora do ar ou fora de área de cobertura. Ou, então, cortam nossa conversa de repente, interrompendo a ligação.

No Folha de São Paulo de hoje, além do texto da Danuza Leão tem uma reportagem interessante sobre a visão de jovens, enfatizando o quanto o mal uso dos smartphones pode atrapalhar a interação entre os amigos, quando estão juntos presencialmente.

Galera! Fique ligada! Estes tempos de estar com amigos, falar "abobrinhas", paquerar, voltar a ser criança... são ímpares.

Não deixem de aproveitar a vida! Para tudo tem hora e lugar.

Não queiram, no futuro, escrever este epitáfio...

Boa semana a todos.


sábado, 6 de março de 2010

Ortotanásia pode ser autorizada no Brasil


A Câmara analisa o Projeto de Lei 6715/09, do Senado, que permite ao doente terminal optar pela suspensão dos procedimentos médicos que o mantêm vivo artificialmente. Com isso, o médico que atender ao pedido de suspensão do tratamento não poderá ser processado por homicídio doloso - é a chamada exclusão de ilicitude.

A decisão do paciente de renunciar ao tratamento para morrer naturalmente é conhecida, na medicina, como ortotanásia. Ela difere da eutanásia, que é a prática de provocar a morte de um doente, geralmente pela aplicação de uma dose letal de medicamentos ou pela suspensão da alimentação (de pacientes vegetativos).

O texto, que altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), estabelece que a exclusão de ilicitude será anulada em caso de omissão de tratamento ao paciente. A situação terminal do doente deverá ser atestada por dois médicos.

Pela proposta, no caso de impossibilidade do paciente, o pedido de suspensão do tratamento poderá ser feito por seu cônjuge, companheiro, ascendente, descendente ou irmão.

Histórico

Em 2006, o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou uma resolução (1.805/06), autorizando a ortotanásia - os médicos poderiam limitar ou suspender os procedimentos e tratamentos que prolongassem a vida de doentes terminais acometidos de enfermidades graves e incuráveis.

Segundo a resolução, o médico deveria ministrar os cuidados necessários para aliviar sintomas que levassem ao sofrimento do paciente. No entanto, a resolução foi suspensa por uma liminar da Justiça Federal, a pedido do Ministério Público.

Agora, com o projeto, que é de autoria do senador Gerson Camata (PMDB-ES), a ortotanásia poderá ser legalizada. No mundo, ela já é praticada legalmente em países como Inglaterra, Japão e Canadá. Nos Estados Unidos, existe desde 1991 o Ato de Autodeterminação do Paciente, que garante ao doente o direito de aceitar ou recusar tratamentos no momento de sua admissão no hospital.

Tramitação

O projeto, que tramita em regime de prioridade, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.

Fonte: Agência Câmara

Vacinação contra gripe começa nesta segunda, dia 8 de março

Somente profissionais de saúde e indígenas serão imunizados nesta etapa, que termina em 19 de março. Demais grupos devem aguardar novas convocatórias.

A primeira etapa da estratégia nacional de vacinação contra a gripe pandêmica começa na segunda segunda-feira (8). Durante duas semanas, até 19 de março, somente os trabalhadores de serviços de saúde que atuam diretamente na resposta à nova gripe e os indígenas que vivem em aldeias serão imunizados. O público-alvo é estimado em 1.915.000 trabalhadores de serviços de saúde e 566.000 mil indígenas. A meta é vacinar, pelo menos, 80% dessas pessoas. Cada estado, em parceria com os municípios, é responsável por determinar como a vacina chegará a essa população, os locais e horários de vacinação.

Entre os trabalhadores, estão médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica. Os indígenas que vivem em aldeias serão vacinados pelos agentes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), como ocorre nas demais campanhas de vacinação do Ministério da Saúde.

“Por sua complexidade, esta campanha será o maior desafio já enfrentado pelo Programa Nacional de Imunização. Portanto, é fundamental a colaboração de todo o país para garantirmos o êxito em proteger, ao máximo, nossa população”, avalia o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que reforça: “Estamos protegendo os grupos mais frágeis e aqueles têm maior risco de adoecer e morrer”.

A vacinação de grupos prioritários segue parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomenda a imunização de trabalhadores de serviços de saúde, indígenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas. O governo brasileiro – em consenso com sociedades científicas, entidades de classe e representantes de estados e municípios – ampliou a vacinação para outros três grupos: crianças de 6 meses a menos de 2 anos e adultos saudáveis de 20 a 29 anos e de 30 a 39 anos.

ETAPAS DE VACINAÇÃO – A população dos demais grupos prioritários deve ficar atenta para as datas das outras quatro etapas de vacinação (veja cronograma abaixo). A partir de 22 de março, a vacina estará disponível para três grupos: grávidas em qualquer período de gestação, portadores de doenças crônicas (veja lista abaixo) e crianças de 6 meses a menos de 2 anos. As pessoas desses grupos terão até 2 de abril para ir a um dos locais indicados pela autoridade de saúde local.

As gestantes que engravidarem depois desse período terão a vacina garantida nas fases posteriores. As crianças de 6 meses as menos de 2 anos vão receber uma dose de vacina dividida em duas vezes. A segunda meia dose será administrada 30 dias após a primeira.

Adultos de 20 a 29 anos, mesmo sem problemas de saúde, devem procurar os postos de vacinação de 5 a 23 de abril.

A etapa seguinte será dedicada à Campanha Nacional de Vacinação do Idoso, que chega à 12ª edição, entre 24 de abril e 7 de maio. Nesse período, todas as pessoas com mais de 60 anos de idade devem tomar a vacina contra a gripe comum, como acontece todos os anos. Aqueles idosos que são portadores de doenças crônicas vão receber, na mesma data, uma segunda dose de vacina, a da gripe pandêmica. Com essa estratégia, o idoso só precisará ir ao posto de vacinação uma vez.

A última fase ocorrerá de 10 a 21 de maio e é voltada para os adultos saudáveis de 30 a 39 anos.

É importante reforçar que, em cada uma das etapas, os pontos de vacinação serão definidos pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. As vacinas serão distribuídas pelo Ministério da Saúde ao longo do período de campanha, de acordo com cada etapa. Por isso, é importante que a população compareça aos postos de vacinação na data estabelecida para o grupo ao qual pertence.

Ao todo, o Ministério da Saúde adquiriu 113 milhões de doses para vacinar 91 milhões de pessoas contra a gripe pandêmica. A meta é imunizar pelo menos 80% desse público-alvo.

CAMPANHA PUBLICITÁRIA – Aqueles que quiserem receber um e-mail com lembrete da data em que deve se vacinar podem se cadastrar no Portal do Ministério da Saúde (http://www.saude.gov.br/), a partir desta segunda-feira (8). O serviço também estará acessível no hotsite www.vacinacaoinfluenza.com.br, criado pelo Ministério da Saúde; e em sites comerciais onde a campanha será veiculada. Todas a peças da campanha, incluindo vídeos, materiais gráficos e áudios para rádio, estão acessíveis no hotsite e no portal do Ministério.

Também serão distribuídos 100 mil cartazes e 1 milhão de folders com as datas em que cada grupo deverá receber as doses, além do reforço das medidas de prevenção que todos os brasileiros devem adotar no dia-a-dia.


(Clique sobre a figura para aumentá-la e ler melhor.)

ALGUMAS DOENÇAS CRÔNICAS PARA VACINAÇÃO

Os pacientes devem consultar o médico antes de tomar a vacina para esclarecer dúvidas e receber orientações

Segunda etapa – De 22 de março a 2 de abril

•Obesidade grau 3 – antiga obesidade mórbida (crianças, adolescentes e adultos); •Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar); •Asmáticos (formas graves);•Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória; Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
•Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
•¿Diabetes mellitus; •Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
•Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
•Doença hematológica (hemoglobinopatias);
•Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
•Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
•Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).

Outras informações
Atendimento à Imprensa (61) 3315 3580 e 3315 2351

quinta-feira, 4 de março de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010