sábado, 27 de março de 2010

PNEUMOTOSCA: Uma aula de semiologia...

Estes vídeos podem servir como humor ou como reflexão para o fim-de-semana.
Será que você já teve, tem, foi ou é um professor assim?
É inacreditável...

PARTE 1


PARTE 2

sexta-feira, 26 de março de 2010

Ensino baseado na web é mais eficiente?

Enquanto estudos recentes mostram que inserir uma boa dose de tecnologia no processo de aprendizagem é irreversível e vantajoso, ainda existem restrições para que isso se torne realidade no Brasil.

Por Romain Mallard, Webinsider, 09 de novembro de 2009.

Será que finalmente estamos prontos para admitir que os métodos tradicionais de ensino são pouco eficientes e devem evoluir rapidamente?

Pelo menos é o que aponta um estudo publicado pelo governo americano, que compila os resultados de 10 anos de pesquisa e conclui que os recursos de aprendizagem online constituem uma maneira mais eficiente de aprender do que o ensino tradicional.

A pesquisa (veja em pdf) propôs uma meta-análise que chega a uma conclusão já amplamente difundida no mundo corporativo: sentar em uma cadeira e ficar olhando alguém falar não leva o aluno a grandes resultados. Neste contexto, devemos nos lembrar de como nasceu o modelo de educação em vigor e questionar por que é tão difícil fazê-lo evoluir.

Quais são os mecanismos que realmente despertam o aprendizado e como desenvolvê-los?

Assistir não é aprender!

O pecado original da área educacional é tratar o conhecimento como se existisse a possibilidade de transferi-lo, como se transfere vinho da garrafa para o copo.

Porém, conhecimento não se transfere, mas se constrói; o futuro do aluno depende menos de quem sabe e mais de o que ele mesmo vai fazer para aprender. A industrialização do processo educacional foi influenciada pela filosofia Taylorista; em geral, os governos são considerados responsáveis por preparar, em grande escala, cidadãos e profissionais capazes de sustentar a economia do futuro.

Por questões logísticas, desenhou-se um modelo para dividir o problema em partes: por idade, por ano, por matéria, por sala, por região. Assim, foi abafada a individualidade do desenvolvimento intelectual, procurando um difícil equilíbrio entre ensinar a todos e respeitar o ritmo de cada um.

Fatalmente, entre seguir o programa e atender às peculiaridades de cada aluno, o professor não tinha opção. A padronização da aprendizagem começou: “sente, escute, anote, até a próxima”. Isso acomoda o aluno numa postura passiva e as escolas, em vez de formar profissionais e cidadãos pró-ativos, formam espectadores.

Paradoxalmente, enquanto as corporações modernas evoluíram para modelos organizacionais mais flexíveis e abertos a sugestões, como o sistema japonês de produção, boa parte dos sistemas de ensino têm dificuldade em evoluir.

Acontece que os alunos-internautas são hoje os principais atores da mudança. Por não aceitarem mais o status quo, eles se tornaram instigadores de novas práticas.

É necessário adaptar o processo a cada aluno

Pensando bem, das situações que ensinam algo na vida, você vai se lembrar de duas: grandes alegrias e sofrimentos. O que realmente gravamos está intimamente vinculado ao que sentimos; e o que sentimos está ligado ao nosso grau de envolvimento no que está acontecendo.

Portanto, colocar o aluno como principal ator do seu aprendizado é geralmente mais eficiente do que colocar o professor numa posição central. Isso não quer dizer que aprender é um ato desestruturado e individual. Pelo contrário, ele deve ser planejado, acompanhado e adaptado. É este o papel fundamental de quem sabe: escutar e orientar e, não, palestrar.

As tecnologias educacionais neste sentido representam uma verdadeira mudança de paradigma, já que oferecem escalabilidade, canalizando a experiência do aluno, sem engessá-la. Por exemplo, atividades online com previsão de 30 minutos de duração são realizadas por alguns alunos em 20 minutos, enquanto outros levam até 50 minutos. Juntando essas pessoas em uma mesma sala de aula, o ritmo imposto não agrada a nenhum dos dois. E tal sensação conflita diretamente com o estado emocional necessário para que se aprenda.

Comprometer o aluno para que construa o seu conhecimento

Ao dar autonomia e recursos ao aluno, este assume uma postura completamente diferente em relação aos objetivos de aprendizagem. A variedade de serviços web disponíveis atende de maneira cada vez melhor às afinidades e restrições de cada um.

Podcasts, wikis, webtvs, fóruns, conteúdos multimídia, games, chats, micro-bloggings, realidade aumentada, cada uma dessas tecnologias tem o seu valor e pode compor uma trilha de aprendizagem para fazer dessa experiência um sucesso. O uso desses recursos não pretende necessariamente substituir os encontros presenciais, porém, uma abordagem híbrida permite desenvolver uma experiência mais rica para todos.

A responsabilidade do aluno no bom uso desses recursos melhora naturalmente os resultados dos momentos de troca. De ouvinte, ele se torna participante, animador e moderador.

Os principais desafios já podem ser superados

Se todos os estudos recentes mostram que inserir uma boa dose de tecnologia no processo de aprendizagem é irreversível e vantajoso, ainda existem restrições para que isso se torne uma realidade no Brasil.

Primeiro, a escalabilidade, pois os grandes projetos de e-learning contemplam hoje dezenas de milhares de pessoas. Os desafios educacionais do país, desde a alfabetização até a formação de técnicos para a indústria, passando pela preparação da Copa de 2014, abrangem milhões ou até dezenas de milhões de pessoas. Portanto, os investimentos necessários em infraestrutura física e lógica para superar esses desafios são significativos, apesar de sensivelmente inferiores aos investimentos necessários para melhorar a qualidade do ensino presencial.

Segundo, o acesso na ponta, que embora venha sendo aprimorado de maneira rápida e contínua (13,4 milhões de conexões banda larga e 50 milhões de internautas no país passam em média 1h20 por dia na web), ainda é problemático. Ele depende basicamente das redes, dos dispositivos de acesso e da qualidade dos serviços, três pontos que ainda devem evoluir para se tornarem mais acessíveis ao público em geral.

As LAN houses aparecem neste momento como uma alternativa transitória valiosa para compartilhar esses recursos e reduzir custos. Por fim, a garantia da qualidade é uma questão central. Implementar métricas para ter um controle estatístico do processo ainda não é praticado sistematicamente em educação, sendo o campo mais promissor para as tecnologias educacionais.
De fato, tradicionalmente o aluno é avaliado por meio de provas, mas pouco ou nada é levantado sobre como ele aprendeu para chegar a um determinado resultado. Isso muda radicalmente quando se trata de educação online, já que todas as ações do usuário logado podem ser acompanhadas (tempo de estudo, tipo de atividades, relação com os demais alunos, temas de preferência, etc.) para extrair correlações e melhorar o processo.

Como dizia Galileu “Não se pode ensinar nada a um homem; só é possível ajudá-lo a encontrar a coisa dentro de si.” E talvez esse tenha se tornado o principal papel de quem pretende hoje atuar em educação: ser o arquiteto de sistemas de aprendizagem híbridos cada vez mais eficientes.

quarta-feira, 24 de março de 2010

H1N1: Prevenir é melhor do que remediar!

O Ministério da Saúde (MS), nesta campanha tão importante, tem como meta vacinar 91 milhões de pessoas.
Muitos boatos e informações equivocadas podem limitar o direito do cidadão de se prevenir.
Se você quiser informações consistentes e quiser ajudar nesta campanha, seguem alguns links úteis, recomendados pelo MS.

Para colocar o selo da campanha em seu blog:
http://www.vacinacaoinfluenza.com.br/site/conteudo/blog.asp

Para acessar os vídeos da campanha:
http://www.youtube.com/watch?v=BNcPA2zQFqAhttp://www.youtube.com/watch?v=ZaJqi8NMjDohttp://www.youtube.com/watch?v=JBkCJTx0yxchttp://www.youtube.com/watch?v=0kGbhD-uF0ohttp://www.youtube.com/watch?v=q3U69-uayVohttp://www.youtube.com/watch?v=bhyTXHwIDfAhttp://www.youtube.com/watch?v=0eA4y9ozJRghttp://www.youtube.com/watch?v=0eA4y9ozJRg

Para ver o calendário de vacinação:
http://www.vacinacaoinfluenza.com.br/site/conteudo/calendario.asp

Para acessar todos os materiais da campanha:
http://www.vacinacaoinfluenza.com.br/site/conteudo/campanha.asp

segunda-feira, 22 de março de 2010

Turma da Mônica adere à tecnologia!


Maurício de Sousa prepara seus personagens para a era 3D


Muita gente não sabe e nenhuma festa foi programada. Mas, neste domingo (21/03), a mais famosa personagem de Mauricio de Sousa fez aniversário. E a (ex?) baixinha chega aos 47 anos com muito para comemorar.

Além do enorme sucesso da revista com sua versão adolescente, Mônica vai ganhar uma série de animação, um novo endereço para seu parque e até um novo amigo.

Tudo isso foi contado por seu próprio “pai” em entrevista ao Virgula, na qual ele também adiantou planos para vários outros personagens.

Leia cada tópico da entrevista:






P.S.: E pra quem ficou curioso em saber porque a Mônica comemora seu aniversário no dia 21 de março, a resposta é muito simples. “Escolhemos datas aleatórias para cada personagem e tentamos fazer com que elas não fossem muito próximas umas das outras. A da Mônica acabou sendo 21 de março, sem nenhum motivo especial”, explica Mauricio.

FONTE: Uol, 21/03/2010. Por Fabiana Carvalho.

terça-feira, 16 de março de 2010

Golfinhos no Leblon

Escolhi este vídeo o "vídeo da semana".

O helicóptero da Globo teve a felicidade de registrar, hoje de manhã, esta maravilha na praia do Leblon. Golfinhos dando um show para nós, moradores de RJ.

sábado, 13 de março de 2010

Uma prova de amor - Filme maravilhoso! Mas prepare-se para chorar!

Algumas pessoas sabem que adoro, e coleciono, filmes e livros que tenham a ver com questões de medicina, educação médica e educação em geral.
Adoro dar e receber dicas.
Se você tiver alguma, não hesite em deixar um comentário.

Hoje eu não poderia deixar falar sobre um filme que assisti há pouco.
Caramba! Há tempos não chorava tanto!
Mas é lindo!!! Recomendo para todo ser humano... e considero imperdível para médicos e estudantes de medicina.
Nos faz refletir muita coisa sobre a vida, as escolhas, as famílias e a autonomia de nossos pacientes.
Fica a dica...

Você já viu? O que achou?
Quer deixar algum comentário aqui?
Tem alguma outra dica de filme ou livro envolvendo estes assuntos?

Aqui está o trailer do filme:

CREMERJ QUESTIONA ESTRATÉGIA DE VACINAÇÃO DOS MÉDICOS CONTRA A INFLUENZA H1N1 NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO


O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (CREMERJ) enviou um ofício à Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil cobrando a inclusão de todos os médicos na primeira fase da vacinação contra a Influenza H1N1. O presidente do CREMERJ, Luís Fernando Moraes, contatou por telefone o secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, e recebeu a garantia de que os médicos que não foram contemplados nesta primeira etapa serão vacinados a partir do dia 22 de março. Apesar da informação, o CREMERJ mantém a solicitação de inclusão de todos os médicos na primeira fase da vacinação, já que, a partir do dia 22, estará aberta a vacinação para outros três grupos de risco.


Nos últimos dias, a Secretaria Municipal de Saúde teria informado aos jornais que a campanha enfocaria apenas hospitais de emergência públicos, particulares e postos de saúde. O CREMERJ questiona essa informação de que não há protocolo para vacinação dos profissionais que atuam em consultórios e clínicas. Afinal, esta posição da Secretaria Municipal de Saúde é contrária às orientações divulgadas pelo Ministério da Saúde, que afirma que um dos objetivos da realização da vacinação no Brasil é “garantir o funcionamento dos serviços para atendimento ininterrupto dos casos suspeitos ou confirmados da Influenza H1N1, por meio da vacinação dos trabalhadores de saúde”. Ainda de acordo com o material divulgado pelo Ministério da Saúde, são considerados trabalhadores de saúde:


“Aqueles que estão na rede de serviços prestando atendimento diretamente à população, ou seja, são aqueles que, em razão das suas funções, estão sob potencial risco de contrair a infecção pelo H1N1 no contato com possíveis suspeitos da doença.
Nesse sentido estão aí incluídos os trabalhadores da atenção básica (estratégia saúde da família e modelo tradicional), dos serviços de média e alta complexidade (pequeno, médio e grande porte) e aqueles que atuam na vigilância epidemiológica, especialmente na investigação de casos e no laboratório, cuja ausência por ter contraído influenza poderia vir a comprometer o funcionamento do serviço e o atendimento à população”.


Sendo assim, o CREMERJ considera que todo e qualquer médico deve ser incluído nesse grupo, já que, mesmo nos consultórios, clínicas e hospitais privados, eles estarão na linha de frente do atendimento aos pacientes com suspeita de gripe H1N1. Ao não vacinar todos os médicos, a Secretaria expõe esses profissionais a riscos desnecessários. Como o Ministério da Saúde afirma que há um número de doses proporcional à população dos grupos prioritários em cada Estado, o CREMERJ reforça que é preciso rever o critério de distribuição no município do Rio de Janeiro para que seja feita a vacinação de todos os médicos, independentemente do local de trabalho. Caso a Secretaria Municipal de Saúde não vacine todos os médicos, o CREMERJ tomará as medidas cabíveis para garantir esse direito aos profissionais.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Programas gratuitos ajudam portadores de deficiência a usar computador

Em vez das mãos, movimentos de olhos e boca acionam a máquina.Headmouse e Teclado Virtual estão disponíveis gratuitamente na web.

Os brasileiros portadores de deficiência motora poderão usar o computador sem as mãos, apenas com movimentos do rosto, como piscar de olhos e abrir e fechar de boca, graças ao acesso a dois softwares que dispensam o uso manual do teclado e do mouse. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e a empresa espanhola Indra fizeram um acordo para distribuir gratuitamente os programas Headmouse e Teclado Virtual, que podem ser baixados nos sites dos Correios e do Ministério das Comunicações. O software Headmouse também está disponível para download gratuito no site Baixatudo.

FONTE: Agência do Senado. Confira a reportagem completa e assista ao vídeo no G1.

terça-feira, 9 de março de 2010

Saiba qual é a diferença entre faculdade, centro universitário e universidade

Por: Simone Harnik, em São Paulo, UOL 09/03/2010

Você até pode ouvir um monte de siglas para os nomes das instituições de ensino superior, mas a verdade é que só existem três tipos delas no Brasil: as universidades, os centros universitários e as faculdades.

E qual a diferença na prática?

Segundo Ivelise Fortim, professora da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e coautora do livro "Orientação Profissional Passo a Passo", basicamente, é uma só: "Quando você está dentro da universidade, tem maior chance de participar de pesquisas e de fazer iniciação científica [projeto de estudos durante a graduação]".

Tudo depende, de acordo com Ivelise, do interesse do estudante: "Se ele tem a intenção de voltar sua formação somente para a entrada no mercado de trabalho, tanto faz o tipo de instituição que escolher", aponta.

É claro que esta é uma generalização, já que há faculdades que fazem pesquisa séria, têm trabalhos com a comunidade e boa qualidade de ensino. Ao mesmo tempo, também existem universidades que deixam a desejar nas condições de ensino.

Por isso, na hora de escolher, é preciso ficar atento se a instituição de ensino cumpre o que é exigido pelo MEC (Ministério da Educação) e pela lei brasileira.

Universidade

As universidades devem oferecer, obrigatoriamente, atividades de ensino, de pesquisa e de extensão (serviços ou atendimentos à comunidade) em várias áreas do saber. Elas têm autonomia e podem criar cursos sem pedir permissão ao MEC.

As federais são criadas somente por lei, com aprovação do Congresso Nacional. As particulares podem surgir a partir de outras instituições como centros universitários.

Os requisitos mínimos são os seguintes:

  • Um terço do corpo docente, pelo menos, deve ter título de mestrado ou doutorado. Quanto maior a titulação dos professores, mais tempo de pesquisa e mais experiência para transmitirem aos estudantes.

  • Um terço do professorado deve ter contrato em regime de tempo integral - esses são os profissionais que costumam oferecer maior dedicação à instituição. Quando um docente é contratado para poucas aulas, normalmente, tem menos tempo para atender os universitários e para desenvolver projetos de pesquisa e extensão.

  • Desenvolver, pelo menos, quatro programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) com boa qualidade - um deles deve ser de doutorado.


Centro universitário

Os centros universitários, assim como as universidades, têm graduações em vários campos do saber e autonomia para criar cursos no ensino superior.Em geral, são menores do que as universidades e têm menor exigência de programas de pós-graduação.

No entanto, há algumas regras que eles precisam cumprir:

  • Ter, no mínimo, um terço do corpo docente com mestrado ou doutorado.

  • Ter, pelo menos, um quinto dos professores contratados em regime de tempo integral (observe que o percentual é menor do que o exigido nas universidades).

Faculdade

As faculdades são instituições de ensino superior que atuam em um número pequeno de áreas do saber. Muitas vezes, são especializadas e oferecem apenas cursos na área de saúde ou de economia e administração, por exemplo.

Outra diferença para os centros universitários e universidades é a seguinte: quando uma faculdade pretende lançar um curso, ela tem de pedir autorização do Ministério da Educação - ou seja, não tem autonomia para criar programas de ensino. Contudo, as faculdades devem cumprir uma exigência:

  • O corpo docente tem de ter, no mínimo, pós-graduação lato sensu - normalmente menores do que os mestrados e doutorados.

FONTE: UOL, 09/03/2010

domingo, 7 de março de 2010

Os smartphones e o convívio social


"Com alguém ao lado falando num celular, lendo os e-mails, não se pode nem ao menos pensar. É a solidão total."





Nem preciso dizer o quanto curto tecnologias e novidades no mundo da informática.

Mas também adoro a convivência humana... e acho que não existe nada melhor!

Sair com o marido (ou namorado), estar entre amigos, conviver com colegas de trabalhos em momentos de pausa, falar com alguém do lado que nem conhecemos... são coisas que geralmente nos trazem sensações boas e inesquecíveis, e que nos impulsionam no dia-a-dia.

Mas acho detestável quando, em qualquer destas situações, as pessoas não sabem deixar uma ligação de celular para logo mais ou ficam clicando o tempo todo, como se não estivéssemos ali.

Tenho smartphone, mas confesso que um celular para mim poderia, perfeitamente, apenas falar e receber ligações a cada vez que preciso. E isto, talvez, seja o ponto mais fraco dos celulares de hoje: tiram fotos, armazenam dados, mandam emails mas, quando queremos falar, as vezes estão com o sistema fora do ar ou fora de área de cobertura. Ou, então, cortam nossa conversa de repente, interrompendo a ligação.

No Folha de São Paulo de hoje, além do texto da Danuza Leão tem uma reportagem interessante sobre a visão de jovens, enfatizando o quanto o mal uso dos smartphones pode atrapalhar a interação entre os amigos, quando estão juntos presencialmente.

Galera! Fique ligada! Estes tempos de estar com amigos, falar "abobrinhas", paquerar, voltar a ser criança... são ímpares.

Não deixem de aproveitar a vida! Para tudo tem hora e lugar.

Não queiram, no futuro, escrever este epitáfio...

Boa semana a todos.