Desde criança eu dizia que queria ser médica e professora.
Hoje, não tenho dúvida que fiz as escolhas certas...
A cada dia gosto mais do que faço!
Ao me permitir aprender com os pacientes e familiares, conhecer o mundo das pessoas, entender como vivem , adoecem e se recuperam, vejo que a medicina é uma paixão sem remédio.
E este vídeo veio bem a calhar.
Você têm dúvida se vale a pena ser médico?
Veja o que dizem ouras pessoas neste documentário produzido pelo CRM do Paraná, com o querido Rubem Alves.
segunda-feira, 30 de março de 2009
domingo, 29 de março de 2009
A tecnologia na educação
FONTE: VEJACom a disponibilidade das novas tecnologias digitais para uso na educação, as escolas enfrentam alguns desafios bem marcantes como ter um projeto pedagógico inovador, superar as aulas "tradicionais" e ter professores preparados para este novo perfl de ensino, em que ele deve ser tutor, estimular a participação ativa dos alunos e a busca de novos conhecimentos. O aluno de hoje já nasce em meio a diversas tecnologias e interage com elas cotidianamente, trazendo também novas exigências quando as maneiras de ensinar e aprender,
A Veja desta semana tem reportagem bastante interessante a respeito da tecnologia na educação que vale muito a pena conferir.
Visite: http://www.veja.com.br/educacao
quarta-feira, 25 de março de 2009
Brasil terá novo esquema terapêutico para a tuberculose
Brasil terá novo esquema terapêutico para a tuberculose
Mudança vai baratear o tratamento, facilitar a adesão e combater a multi-resistência do bacilo de Koch. No País, incidência é de 38,5 casos por 100 mil habitantes A partir do segundo semestre de 2009, o Sistema Único de Saúde (SUS) contará com novo medicamento para tratar a tuberculose. A novidade foi anunciada pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, nesta segunda-feira (23), durante a abertura do 3º Fórum Mundial de Parceiros Stop TB, que acontece no Rio até a próxima quarta-feira. O novo esquema terapêutico, recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), aumentará o número de drogas de três para quatro e reduzirá a quantidade de comprimidos diários de seis para dois. Trata-se da chamada DFC (dose fixa combinada) ou “quatro em um”, como é popularmente conhecido. Com a mudança, espera-se aumentar a adesão dos pacientes ao tratamento – hoje, 8% deles o abandonam antes da cura, induzindo à resistência. A taxa de abandono preconizada pela OMS é de menos de 5%.A DFC também vai combater a resistência do bacilo de Koch aos medicamentos atualmente ministrados, uma vez que favorece a adesão. Isso porque, em alguns pacientes, especialmente naqueles que abandonam o tratamento antes da cura, desenvolvem-se bacilos mais resistentes às drogas ministradas. “Os sintomas regridem muito rapidamente com o medicamento. Imagine um tratamento de seis meses em que com 15 dias o paciente se sente bem, então ele acaba por abandoná-lo”, comenta o coordenador geral do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) do Ministério da Saúde, Draurio Barreira. Estudo recente do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde mostrou que 1,4% dos brasileiros infectados apresentam bacilo multi-resistente.
FONTE: Ministério da Saúde, 24 de março de 2009
Mudança vai baratear o tratamento, facilitar a adesão e combater a multi-resistência do bacilo de Koch. No País, incidência é de 38,5 casos por 100 mil habitantes A partir do segundo semestre de 2009, o Sistema Único de Saúde (SUS) contará com novo medicamento para tratar a tuberculose. A novidade foi anunciada pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, nesta segunda-feira (23), durante a abertura do 3º Fórum Mundial de Parceiros Stop TB, que acontece no Rio até a próxima quarta-feira. O novo esquema terapêutico, recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), aumentará o número de drogas de três para quatro e reduzirá a quantidade de comprimidos diários de seis para dois. Trata-se da chamada DFC (dose fixa combinada) ou “quatro em um”, como é popularmente conhecido. Com a mudança, espera-se aumentar a adesão dos pacientes ao tratamento – hoje, 8% deles o abandonam antes da cura, induzindo à resistência. A taxa de abandono preconizada pela OMS é de menos de 5%.A DFC também vai combater a resistência do bacilo de Koch aos medicamentos atualmente ministrados, uma vez que favorece a adesão. Isso porque, em alguns pacientes, especialmente naqueles que abandonam o tratamento antes da cura, desenvolvem-se bacilos mais resistentes às drogas ministradas. “Os sintomas regridem muito rapidamente com o medicamento. Imagine um tratamento de seis meses em que com 15 dias o paciente se sente bem, então ele acaba por abandoná-lo”, comenta o coordenador geral do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) do Ministério da Saúde, Draurio Barreira. Estudo recente do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde mostrou que 1,4% dos brasileiros infectados apresentam bacilo multi-resistente.
FONTE: Ministério da Saúde, 24 de março de 2009
domingo, 22 de março de 2009
Aplicações da Telemedicina em Pediatria
Através da Telemedicina, sub-especialistas pediátricos podem ficar mais acessíveis e colaborar com outros médicos na assistência . Esta é apenas uma das possibilidades de benefícios que este novo campo de atuação pode proporcionar.
A Academia Americana de Pediatria, em 2004, publicou artigo interessante na Pediatrics falando sobre as aplicações da Telemedicina na Pediatria.
Se quiser ler o artigo clique aqui e acesse-o na íntegra, em pdf.
A Academia Americana de Pediatria, em 2004, publicou artigo interessante na Pediatrics falando sobre as aplicações da Telemedicina na Pediatria.
Se quiser ler o artigo clique aqui e acesse-o na íntegra, em pdf.
sábado, 14 de março de 2009
Vamos fazer diferença?
Quanto vale o sorriso de uma criança?
É triste ver notícias ainda como esta abaixo, sobre a mortalidade infantil.
Mas nós podemos mudar esta realidade.
Basta ter a noção do nosso papel ao atender cada criança, um dia após o outro, com o profundo desejo de fazer diferença na vida dela... entendendo que sua vida vale tanto quanto a nossa... e acreditando que esta idéia pode ser contagiante!
O Ministério da Saúde, através de inúmeras ações, promove a saúde da criança e tenta reduzir, cada vez mais, a mortalidade infantil.
Há manuais e outros materiais que podem ser muito úteis a estudantes e profissionais da área de saúde.
Visite o espaço de Saúde da Criança do MInistério da Saúde.
Vamos construir juntos uma realidade melhor!
Mortalidade infantil ainda é problema!
Saúde básica para todos
Dez soluções para garantir serviço fundamental a um custo quase insignificante
Dez soluções para garantir serviço fundamental a um custo quase insignificante
por Jeffrey Sacks
FONTE: Scientific American Brasil (SCIAM)
Um recente relatório da UNICEF sobre mortalidade infantil apresenta dados perturbadores, mas, surpreendentemente, também traz um pouco de esperança. O choque é que 9,7 milhões de crianças com menos de cinco anos morreram em 2006. A boa notícia que essa estatística desoladora traz é que, de fato, esse número representa uma queda em relação aos 12,7 milhões em 1990, dentro de uma população de aproximadamente 630 milhões de crianças com menos de cinco anos para ambos os períodos. Uma notícia ainda melhor é que as outras quase 10 milhões de mortes são quase que totalmente evitáveis, a baixo custo, de uma forma que aliviará em vez de exacerbar as pressões sobre os países pobres.
Quase todas as mortes (aproximadamente 98%) ocorrem nos países em desenvolvimento. Esses casos são o resultado de situações de extrema pobreza e de sistemas de saúde precários em países pobres. As causas da mortalidade refletem as condições de vida inseguras dos pobres (como a vulnerabilidade a doenças tropicais, água potável duvidável e poluição do ar interna) e a falta de acesso a serviços de saúde preventivos e curativos. Os principais colaboradores para as altas taxas de mortalidade são os óbitos que ocorrem nos primeiros 28 dias depois do nascimento, provocados por diarréia (em razão do consumo de água infectada), infecções respiratórias (geralmente provocadas pelo uso de fornos a lenha), malária e doenças que podem ser evitadas com a administração de vacinas. Estima-se que em torno de metade de todas as mortes apresenta como co-fator uma subnutrição crônica.
Há 60 anos, no lançamento da Organização Mundial de Saúde, os governos mundiais declararam a saúde como direito humano fundamental, “sem distinção de raça, religião, crença política, condição social ou econômica.” Há trinta anos, em Alma Ata, os governos do mundo pediram saúde para todos até o ano 2000, principalmente através da expansão do acesso a instalações e serviços de saúde básica. Embora o mundo tenha de longe deixado de atingir esse alvo, podemos ainda chegar a ele, a custos muito baixos. Dez passos básicos podem levar à saúde para todos nos próximos anos.
Leia a Declaração de Alma Ata se quiser saber mais sobre ela.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Internetês: uma nova linguagem!
Que curioso... Hoje cedo comentei a notícia referida abaixo, sobre a diminuição do hábito de escrever à mão. Agora, acabei de visitar o Blog Educação à Distância, que tem uma postagem sobre o "Internetês", uma nova linguagem criada com a internet, e suas implicações na comunicação. Também está muito interessante e vale a pena conferir.
Segue um trecho, para aguçar a curiosidade!:
"Desde que a internet começou a popularizar-se, em meados dos anos 90, muita coisa mudou nos hábitos de escrita e comunicação no mundo todo. Primeiro surgiu o e-mail, depois vieram as salas de bate-papo e os comunicadores instantâneos (como ICQ e MSN) e, finalmente, os blogs e as redes sociais (Orkut, Facebook etc.), hoje tão populares entre os adolescentes quanto diários e papéis de carta um dia já foram. Em meio a essas mudanças, com o advento de novos recursos e ferramentas comunicacionais, o internetês - nome dado à grafia abreviada utilizada na internet - acabou se desenvolvendo e cristalizando-se à medida que a rede mundial de computadores evoluiu.(...)"
Quer ler mais? Visite a postagem na íntegra no blog Educação à Distância.
Segue um trecho, para aguçar a curiosidade!:
"Desde que a internet começou a popularizar-se, em meados dos anos 90, muita coisa mudou nos hábitos de escrita e comunicação no mundo todo. Primeiro surgiu o e-mail, depois vieram as salas de bate-papo e os comunicadores instantâneos (como ICQ e MSN) e, finalmente, os blogs e as redes sociais (Orkut, Facebook etc.), hoje tão populares entre os adolescentes quanto diários e papéis de carta um dia já foram. Em meio a essas mudanças, com o advento de novos recursos e ferramentas comunicacionais, o internetês - nome dado à grafia abreviada utilizada na internet - acabou se desenvolvendo e cristalizando-se à medida que a rede mundial de computadores evoluiu.(...)"
Quer ler mais? Visite a postagem na íntegra no blog Educação à Distância.
A escrita a mão está morrendo?

A cada dia que passa as pessoas escrevem menos à mão e mais pelo computador ou outras tecnologias semelhantes.
O que escrevemos a mão hoje: Listas de compras? Bilhetes para as pessoas?
Li hoje uma reportagem interessante no site da BBC sobre isto, publicada no dia 26 de fevereiro.
E você? Ainda escreve muito a mão?
Como compara este hábito hoje com tempos mais remotos?
Acha que a escrita a mão está morrendo lentamente?
Comente.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
MEC SUSPENDE VESTIBULAR DE TRÊS CURSOS DE MEDICINA
Três instituições de ensino superior tiveram os vestibulares do curso de medicina suspensos pelo Ministério da Educação (MEC). A determinação foi publicada nesta quinta-feira (29/01) no Diário Oficial da União por meio de medidas cautelares.A Universidade Severino Sombra (RJ), Universidade de Iguaçu (RJ) e o Centro de Ensino Superior de Valença (RJ) estão proibidos de realizar qualquer tipo de processo para o ingresso de novos alunos. Se as instituições não regularizarem as pendências até junho desse ano, poderão ter os cursos descredenciados e não poderão mais funcionar.A Universidade de Iguaçu já havia sido notificada pelo MEC em dezembro de 2008, porém não atendeu ao pedido de suspensão de ingresso de alunos e realizou vestibular. Com uma medida cautelar, os alunos que passaram nas provas estão impedidos de iniciarem o ano letivo.(...)
FONTE: Correio Braziliense, 29 de janeiro de 2009.
FONTE: Correio Braziliense, 29 de janeiro de 2009.
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