sexta-feira, 13 de agosto de 2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Um vídeo sobre William Osler (em inglês)

Tesouro de Sir Willian Osler

As histórias e as frases de Sir Willian Osler são encantamentos para os apaixonados pela medicina.

Este médico e educador canadense viveu de 1849 a 1919 e seu trabalho marcou a medicina para sempre.

Ele escreveu muitos livros, mas tem um especialmente famoso, um tratado de medicina, chamado "The Principles and Practices of Medicine", cuja primeira edição foi pubicada em 1892.

Hoje, buscando livros de William Osler na internet, eu achei esta preciosidade.

Este livro escaneado na íntegra!

Podemos navegar por ele como se estivéssemos manuseando-o: consultar o index, selecionar a página e etc.

A versão que eu achei foi da 4a edição, publicada em 1901.

Li uns trechos sobre tuberculose pulmonar... é incrível ver o que ele já percebia naquela época.

Eu, que sou uma apaixonada por História da Medicina e por Educação Médica, achei fantástico!

Resolvi, então, compartilhar aqui com quem mais se interessar.

Espero que gostem e que deixem comentários.

Quer visitar? Clique na imagem abaixo.


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Evento sobre Febre Reumática


Programação do Evento

8:30 – 9:00h – Boas-vindas / Distribuição do Material

9:00h – Abertura oficial – representantes da SOPERJ / Programa PREFERE / SES / SMS

9:20 – 10:30h – Mesa Redonda: FEBRE REUMÁTICA: CENÁRIO ATUAL!
Coordenação: Dra. Andrea Valentim Goldenzon / Dra. Martha Andrade Vilela e Silva

9:20 – 9:40h – Epidemiologia da Febre Reumática – ainda um problema de saúde pública?
Dra. Cláudia Maria da Silva Costa
9:40 – 10:00h – Faringoamigdalite Estreptocócica
Dra. Mônica de Cássia Firmida
10:00 – 10:20h – Febre Reumática: Diagnóstico – revisitando os Critérios de Jones!
Dra. Kátia Lino Baptista Mourille Rocha

10:20 – 10:40h – Discussão

10:40 – 11:00h –Intervalo

11:00 – 12:30h – Mesa Redonda: COMO EVITAR AS SEQUELAS DA FEBRE REUMÁTICA?
Coordenação: Dra. Neusa Maria de Barros / Dra. Maria de Fátima Monteiro Leite

11:00 – 11:20h – Cardite Reumática – o desafio do diagnóstico e do tratamento!
Dra. Márcia Fernanda Costa Carvalho
11:20 – 11:40h – Profilaxia Primária e Secundária da Febre Reumática
Dra. Sheila Knupp Feitosa de Oliveira
11:40 – 12:00h – Alergia a medicamentos
Dra. Norma Rubini
12:00 – 12:10h - Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico, Tratamento e Prevenção da Febre
Reumática
Dra. Regina Müller

12:10 – 12:40h – Discussão

12:40h – Encerramento

Quer participar?


Envie e-mail com nome, instituição e telefone de contato para: secretariasoperj@ism.com.br ou
prefere@gmail.com

Maiores informações com Secretária Carla – Programa PREFERE – Tel. 3037-2175

Organização:
Grupo de Trabalho em Febre Reumática –SOPERJ
Programa PREFERE – INC – MS

Apoio:
Serviço de Pediatria do Hospital dos Servidores do Estado
Programa de Saúde da Criança da SES -RJ – PAISMCA
Secretaria Municipal de Saúde - RJ

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Kindle vende mais que livros de papel, avisa Amazon

Nesta semana, a Amazon anunciou que as vendas de seu leitor eletrônico Kindle triplicaram desde a queda de preço, de US$ 259 para US$ 189, no fim de julho. Com o preço mais baixo, a loja online vendeu mais e-books do que livros impressos nos últimos três meses.

Ainda sem dar dados precisos sobre as vendas do Kindle, a Amazon avisa em comunicado enviado à imprensa que o leitor digital continua no topo da lista dos artigos mais vendidos da loja virtual há dois anos. Na próxima quinta-feira, a Amazon divulga os resultados do segundo trimestre do ano, após o fechamento do pregão em Wall Street.

As vendas do Kindle, informa a Amazon, seguem em uma escala crescente. Em paralelo, as vendas de livros no formato tradicional continuam em alta. Jeff Bezos, executivo-chefe e fundador da Amazon, informa: “Conseguimos um ponto de não retorno com o novo preço do Kindle”. Ele entende, no entanto, como assobrosa a superação nas vendas do e-book aos livros impressos, já que a companhia vende livros há 15 anos, mas trabalha com o leitor digital há “apenas 33 meses”.

No último trimestre, para cada 100 livros em formato tradicional vendidos pela Amazon, foram 143 eletrônicos. O número aumenta em junho, quando para cada 100 impressos, foram vendidos 180 e-readers. No Natal do ano passado, a livraria digital registrou pela primeira vez em um único dia a venda de Kindle maior que de livros físicos.

FONTE:Por Filipe Albuquerque, PC Magazine, em 20/07/2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

Feliz Dia do Amigo!

Aos meus amigos, com carinho.
Hoje é um dia especial, graças à sua existência em minha vida!
Obrigada.

Mensagens para amigos não perdem a validade.
Se quiser ver outras postagens mais antigas por aqui, clique no marcador amizade.



Se quiser ler a letra e a tradução desta música, clique aqui.

"Mas, nem uma palmadinha, doutor?!"

Especialistas apoiam o fim das palmadas e de outros tipos de castigo físico

Se for aprovado pelo Congresso, até palmadas ou beliscões - mesmo com intenção de educar - podem ser motivo de sanções previstas no Estatuto da Criança e Adolescente (o ECA, que completa 20 anos), desde advertência à perda de guarda. Mas especialistas dizem que os adultos não terão de ficar de mãos atadas. O objetivo da medida é discutir o tema e propor uma mudança no comportamento, sem criminalizar os pais.

"Fomos educados até hoje assim e achamos que não há outra maneira de disciplinar e ensinar. Esse comportamento agressivo só nos afasta das crianças "

Mesmo assim pais estão preocupados. Numa pesquisa com leitores no site do Globo, 1.800 deram a sua opinião e apenas 16,3% concordam com o projeto; 6,97% acham que é uma violência bater, 4,77%, que é preciso conversar e ter paciência com as crianças, e 4,56% dizem que a criança não tem como se defender. Porém 44,15% afirmam que as palmadas ou castigo físico é uma forma de impor limites e 33,34% que os pais devem ter liberdade na educação. Para 4,56%, a palmada fez parte da educação deles e, por isso, são contra a lei. Marcia Oliveira, coordenadora do projeto "Campanha Permanente Não Bata, Eduque", diz que é preciso mudar esse pensamento:

- A lei não é para prender, nem o texto prevê isso. Queremos estimular a reflexão sobre o assunto.

Marcia e outros especialistas afirmam que mesmo um tapinha eventual é uma mensagem equivocada à criança, e não educa, porque tudo que causa dor é ruim.

- Fomos educados até hoje assim e achamos que não há outra maneira de disciplinar e ensinar. Esse comportamento agressivo só nos afasta das crianças - diz.

Ela admite que não é fácil e tem horas em que perdemos a paciência, como, por exemplo, quando a mãe está atrasada para o trabalho de manhã, ainda tem que deixar os filhos na escola e eles estão enrolando para sair da cama, tomar banho. Mas dá para segurar a raiva:

- É melhor dialogar e negociar com as crianças e adolescentes, estabelecendo sanções viáveis. Há pais que prometem proibir acesso à internet ou à TV por dois meses. Até eles sabem que não dá para cumprir isso. É preciso ter coerência nas ações e não abrir mão delas.

Vítimas tornam-se pessoas agressivas

O psicólogo e terapeuta Carlos Zuma, do Instituto Noos - que faz parte da rede "Não bata, eduque" - concorda. Ele ouve queixas de juízes dizendo que não têm parâmetros legais para julgar casos de castigos em crianças, só jurisprudência. Agora, poderão ter.

- Eles ficam na dúvida se os pais castigaram na intenção de educar ou foi uma agressão gratuita. Hoje é subjetivo. Aqueles que reclamam que a nova lei é ingerência na educação dos filhos devem repensar isso. No caso Isabela Nardoni, por exemplo, vizinhos escutaram agressões à menina e não avisaram à polícia, talvez porque pensaram que não deveriam se meter. É momento de reflexão. Será que bater ou um tapinha é a coisa certa? Estamos ensinando a criança a responder a uma contrariedade com uma agressão - afirma.

Uma saída, ensina Zuma, é mostrar as crianças que os seus atos têm consequências, que elas não podem tudo. Quando os pais não conseguem isso sem agredir, devem buscar ajuda, conversando com pessoas experientes ou psicólogos:

- Se você tem pavor que batam em seus filhos, então por que agir da mesma maneira? Se não posso bater num adulto, por que agredir a criança, o adolescente? A lei Maria da Penha levou a sociedade a não tolerar a violência contra a mulher e buscamos isso para as crianças e os adolescentes - diz.

Para o psicanalista Paulo Quinet, diretor de divulgação da Federação Brasileira de Psicanálise, ninguém deve aceitar maus tratos à criança e o castigo físico mostra que é preciso usar a força física para resolver algo. Porém ele não critica um pai ou uma mãe que eventualmente dê uma palmadinha num filho:

- Com a nova lei, até segurar uma criança mais firme para coibir algo pode parecer uma agressão. É preciso bom senso - diz.

O problema é associar disciplina e educar com bater, diz Rachel Niskier Sanchez, diretora da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e médica do Instituto Fernandes Figueiras (IFF), no Rio. Hoje 25 países têm legislação coibindo essa prática. Na América do Sul, só Uruguai e Venezuela adotaram lei semelhante:

- Não se trata de culpar a família. Educar requer muita paciência e diálogo, não atos violentos. Se a criança apanha de uma pessoa que diz que lhe ama e vice-versa, entende que pode bater em quem ela gosta. Tenho relatos de crianças que dizem que apanham porque merecem. Qual é o código que os pais querem passar aos filhos?

FONTE: Por Antônio Marinho, em O Globo, 17/07/2010

Clique aqui se quiser ler Projeto de Lei 2.654/03, a "Lei da Palmada", da deputada federal Maria do Rosário, do PT do Rio Grande do Sul.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Viciado(a) em internet? Eu?

Vício em internet deve ser considerado 'distúrbio mental', dizem médicos

Vício, compulsão ou doença mental? Para a publicação norte-americana "American Journal of Psychiatry", a dependência de internet, seja para jogos, e-mails ou conversas em comunicadores instantâneos e salas de bate papo, é doença mental.

Em editorial da edição de março, a publicação defende que o "vício" em internet seja classificado como distúrbio mental e entre para o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Distúrbios Mentais, cuja próxima edição será lançada em 2012.

O editorial aponta o excesso de jogos e a dependência de e-mails e mensagens de texto como principais elementos no comportamento "desequilibrado". Alguns especialistas, porém, afirmam que a pesquisa na área ainda está engatinhando, e que seria cedo para tomar decisões. Segundo eles, ainda não é possível definir quando o uso de computador cruza a fronteira entre o normal e o patológico.

Grupo de risco

Em entrevista ao jornal "Ottawa Citizen", o Dr. Jerald Block afirma que 86% dos dependentes de internet sofrem de outros distúrbios mentais que acabam se sobrepondo ao "vício" on-line. Segundo ele, a maioria dos dependentes perde a noção do tempo e passa a negligenciar necessidades básicas como dormir e comer.

Segundo estudo de psiquiatras britânicos publicado em 2007 no Advances in Psychiatric Treatment, uma minoria entre 5% e 10% da população on-line sofre de compulsão. E, embora os primeiros estudos indicassem que a maioria dos dependentes eram homens introvertidos em com alto nível de instrução, estudos mais recentes mostram que mulheres de meia idade formam o principal grupo de "viciados".

Os pesquisadores comparam a dependência da internet com o comportamento abusivo de álcool e drogas. Os compulsivos usariam esse meio para "fugir da realidade". Enquanto especialistas não entram em consenso sobre as pesquisas, pelo menos o rótulo dessa compulsão já está criado: "heroinware" - conjunção entre "heroína" e "software".

FONTE: G1 tecnologia,19/03/08.

Redes sociais são novos espaços de convivência de alunos e professores


Na trilha do educando

"Cada vez mais, redes sociais se configuram como espaço em que os jovens se dispõem a ter com os professores a interlocução que está difícil de se consumar apenas em sala de aula "

Estas palavras são o início de uma matéria de Sérgio Rizzo, publicada no UOL Educação, que vale a pena ser lida por quem se interessa pelo assunto.

Nela, mostra-se a experiência de alguns educadores com as redes sociais e delas como novos espaços de convivência entre professores, estudantes e seus pares... E dos novos horizontes proporcionados por este meio.

Sempre falo com meus alunos que somos "professores e alunos" por período muito curto de nossa vida. Somos, na verdade, eternos aprendizes. Portanto, para mim, uma das tarefas primordiais da educação é proporcionar uma convivência ética, afetuosa e produtiva entre humanos, que se torne cada vez mais auto-sustentável no que tange à possibilidade de "ensinagem". Todos ensinam, todos aprendem... A grande magia ocorre quando isto proporciona prazer, curiosidade, vontade de alimentar mais e mais esta cadeia. Aí, estamos em um espaço sem fim!

Um vídeo do Programa Salto Para O Futuro, da TV Escola, do Ministério da Educação pode ser visto pelo YouTube e também é bastante esclarecedor.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Brasil é antepenúltimo em ranking de qualidade de morte

O Brasil ficou em antepenúltimo lugar em um ranking de qualidade de morte realizado pela consultoria Economist Intelligence Unit na Grã-Bretanha.

Entre os 40 países analisados na pesquisa, o Brasil ficou na 38ª posição. Os outros países que formam os Bric, Índia (40ª), China (37ª) e Rússia (35ª), também ficaram atrás no ranking.

A Grã-Bretanha ficou em primeiro lugar, seguida da Austrália e Nova Zelândia. Segundo o documento, A Grã-Bretanha "é líder global em termos de rede hospitalar e provisão de cuidados a pessoas no fim da vida".

Outros países desenvolvidos, no entanto, tiveram desempenhos ruins no ranking, como Dinamarca (22ª), Itália (24ª) e Finlândia (28ª).

“Muita gente, mesmo em países que tem sistemas de saúde excelentes, sofrem com mortes de baixa qualidade, mesmo quando a morte vem naturalmente”, disse a pesquisa.

Em muitos casos, segundo a Economist Intelligence Unit, isso ocorre porque a qualidade e a disponibilidade do tratamento paliativo antes da morte são baixas, e há deficiências na coordenação entre diferentes órgãos e departamentos para políticas sobre como lidar com a morte.

A pesquisa analisou indicadores quantitativos - como taxas de expectativa de vida e de porcentagem do PIB gasta em saúde - e qualitativos - baseados na avaliação individual de cada país em quesitos como conscientização pública sobre serviços e tratamentos disponíveis a pessoas no fim de suas vidas e disponibilidade de remédios e de paliativos.

De acordo com a Aliança Mundial de Cuidado Paliativo, mais de 100 milhões de pacientes e familiares precisam de acesso a tratamentos paliativos anualmente, mas apenas 8% os recebem.

Soluções

A pesquisa, encomendada pela Fundação Lien, uma organização não-governamental de Cingapura, aponta sugestões práticas que podem melhorar a qualidade da morte, como melhorar a disponibilização de medicamentos analgésicos.

"O controle da dor é o ponto de partida de todo o tratamento paliativo e a disponibilidade de opiáceos (morfina e equivalentes) é fundamental para o cuidado no fim da vida", diz o relatório.

"Mas, no mundo, estima-se que cinco bilhões de pessoas não tenham acesso a opiáceos, principalmente por causa de preocupações sobre uso ilícito de drogas e tráfico."

A organização disse também que combater as percepções sobre a morte e os tabus culturais é crucial para melhorar o cuidado paliativo.

"Em sociedades ocidentais, procedimentos curativos são frequentemente priorizados em detrimento do cuidado paliativo. Nos Estados Unidos, discussões sobre os cuidados no fim da vida muitas vezes inflamam o sentimento religioso que considera a manutenção da vida como um objetivo supremo. A questão é complicada ainda mais pela percepção de que 'cuidado hospitalar' acaba sendo associado a 'desistir de viver'".

Segundo a pesquisa, no entanto, um aumento na disponibilidade de tratamento paliativo – principalmente realizado em casa ou pela comunidade - reduz gastos em saúde associados a internação em hospitais e tratamentos de emergência.


UMAS REFERÊNCIAS, PARA QUEM QUISER LER MAIS SOBRE O TEMA: